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Os delegados André Fernandes (regional da PC) e Agnaldo Coelho prenderam nesta quinta-feira (8/05) o empresário Fabiano Falqueto, acusado de ser o mandante do homicídio da jovem Tatylla Cristina. Todos os envolvidos já foram identificados e podem ser preso nas próximas horas, conforme informações da polícia.


Tatylla desapareceu no dia 13 de abril após sair de uma igreja em Jataí. O corpo foi localizado no dia 18 de abril, em uma pedreira em Aparecida de Goiânia.


De acordo com a polícia, o empresário faz parte de uma quadrilha especializada em roubo de carros. Ele foi encaminhado para a delegacia da cidade onde presta depoimento nesse momento.


Fonte: Plantão de Polícia JTI/Saulo Prado
Adaptações: Rádio Eldorado/Eduardo Candido

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Ocorreu um homicídio na noite desta segunda-feira (11) em Mineiros que gerou diversas especulações. Dentre muitas informações, a primeira a ser divulgada foi de que o autor do crime, um cigano chamado Vanderlei Rodrigues Dias teria chegado ao local com um Del Rey e disparado à queima-roupa contra a cabeça de Izidorio Alves Pereira, de 47 anos, que também é cigano.


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Em entrevista exclusiva à Rádio Eldorado, uma testemunha informou que Vanderlei já estava há vários dias em Mineiros e ontem, em especial, esteve o dia inteiro ao lado de Izidorio. Durante a noite, Vanderlei atirou na cabeça de Izidorio, quando os dois estavam em frente à casa, localizada na Rua 10, no Conjunto Coqueiros.


Especula-se que o filho de Vanderlei (suposto autor) havia sido morto no passado por um dos irmãos de Izidorio (vítima). E, por isso, ele teria voltado para fazer vingança. Para o cigano, seria como uma espécie de cobrança de "dívida" antiga, mesmo Izidorio não sendo o responsável direto pelos acontecimentos do passado que envolveram as duas famílias. 


Clique aqui e veja mais fotos do caso, fotografadas por Wenerson Souza.


Agora, este homicídio deve entrar para uma lista de casos que ainda não tiveram o devido esclarecimento por parte da Polícia Civil, já que algumas categorias ainda estão em greve no Estado de Goiás.

 

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Na madrugada de sábado para domingo (21), por volta 1h30, policiais militares se deslocaram até o distrito de Naveslândia, o conhecido ‘Pombal’, no município de Jataí, para atender a uma denúncia de um suposto homicídio, nas proximidades de um posto de combustíveis às margens da BR-364. Ao chegar ao local, os policiais encontram o corpo estendido em um canteiro central, próximo à rodovia, com varia perfurações de faca.

A vítima foi identificada como sendo Waldson Ferreira da Silva, de 43 anos. A polícia foi informada por Rosivanda Gonçalves Ferreira (ex-esposa de Waldson) que Waldson chegou em Naveslândia procurando por ela e a ameaçando colocar fogo em seu carro. Então, Nivaldo Cabral da Silva (atual esposo de Rosivanda) se apossou de uma faca e, com ajuda de um primo seu conhecido como Ricardo, foi até onde estava Waldison e desferiu várias facadas em seu corpo. Waldison morreu no local.

Segundo testemunhas, após cometerem o crime, os suspeitos do homicídio fugiram em um Uno branco. O Instituto Médico Legal (IML) esteve no local e removeu o corpo de Waldison.

O delegado de polícia civil Marcos Guerini informou que os acusados praticaram o crime de forma premeditada, já que eles haviam tido uma discursão antes. “Nivaldo foi até a casa do pai dele e pegou uma faca. Apoderou do carro do irmão, encontrou-se com seu primo Ricardo e saíram à procura de Waldison. O encontraram no posto de gasolina e começara a agredi-lo de forma covarde, já que eles eram dois contra um. Lá mesmo o assassinaram com vários golpes de faca, na frente dos dois filhos da vítima, sendo duas crianças, uma de seis anos e outra de dez anos de idade”, comentou Guerini.

O delegado disse ainda, que no mesmo dia representou pela prisão preventiva dos dois acusados. Um promotor de justiça, juntamente com um juiz de Jataí, teria se manifestado de forma rápida e favorável ao pedido de prisão preventiva contra Nivaldo e Ricardo. Guerini relatou que houve diligencias no intuito de encontrar os suspeitos, mas eles não foram localizados e estão, até o momento, foragidos.

Fonte: plantaodepoliciajti.com.br/Saulo Prado

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O comentarista esportivo Valério Luiz, filho do também comentarista esportivo Manoel de Oliveira, conhecido como Mané de Oliveira, foi assassinado, na tarde desta quinta-feira (5), quando saída da rádio onde trabalha, no Setor Serrinha, em Goiânia. Segundo informações preliminares da Polícia Militar (PM), uma moto se aproximou e disparou seis tiros contra a vítima.

Ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A PM acredita que a morte pode ter sida motivada por um possível desafeto.

Testemunhas que preferiram não se identificar disseram que ele recebia ameaças de morte. Mané de Oliveira chegou ao local do crime minutos depois do assassinato e afirmou que sabia quem era o autor do crime: “Mataram meu filho, eu sei quem foi que mandou matar meu filho. Porque ele está fazendo isso comigo?”.

Fonte: G1 Goiás

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Rio Verde, um dos municípios mais promissores do sudoeste goiano ao lado de Mineiros e Jataí, está sendo castigado pela violência. Vários homicídios vêm ocorrendo na capital da produção agrícola. Nesta sexta-feira (25), por volta das 7h30, o comerciante Carlos Vieira, bastante conhecido como ‘Carlão do Milho Verde’, foi brutalmente assassinado.

De acordo com testemunhas, Carlão estava entrado em sua picape F-250 quando teria sido abordado por um homem, que sacou um revólver e alvejou o comerciante com três tiros na cabeça.  Ele morreu na hora.

Policiais fizeram vários patrulhamentos pela região, mas o assassino (que ainda não foi identificado) não foi encontrado. A polícia ainda não sabe se havia alguém de carro ou de moto dando cobertura ao meliante. As investigações seguem intensas em Rio Verde.

Rádio Eldorado, com informações do site plantaopolicialrv.com.br

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Sem demonstrar qualquer sinal de arrependimento ou de remorso, Aparecido Souza Alves, de 23 anos, confessou que foi ele o autor das sete mortes ocorridas na Fazenda Nossa Senhora Aparecida, a 45 quilômetros de Doverlândia. Ele jogou cada uma das vítimas já rendidas por seus comparsas no chão, as segurou pelos cabelos e cortou-lhes o pescoço com uma faca até atingir a coluna, quase arrancando as cabeças, o que é tecnicamente chamado de esgorjamento.

Além desta atrocidade, ele confessou que depois de matar o dono da fazenda Lázaro Oliveira Costa, de 57, e o filho dele, Leopoldo Rocha da Costa, de 22; o caseiro Heli Francisco da Silva, de 44; o casal Joaquim Manuel Carneiro, de 61, e Miraci Alves de Oliveira, de 65; e o filho deles, Adriano Alves Carneiro, 22, teria matado por último a noiva de Adriano, Tâmis Marques Mendes da Silva, de 24.

Ele disse que antes de matá-la como os demais, a estuprou. Tâmis, o noivo e os pais dele foram confundidos por Aparecido e o grupo como os demais integrantes da família de Lázaro. Eles chegaram à fazenda no fim da tarde, em um Uno, foram rendidos e mortos. Os corpos foram deixados no pasto.

Segundo Aparecido contou para a polícia, a ordem era matar toda a família. Para isso, receberia R$ 50 mil. A mulher de Lázaro, Joana, que estava em São Luís dos Montes Belos; e a filha deles, Luana, que é casada e mora em Doverlândia, também seriam mortas.

“Ele confundiu-se com a chegada dos vizinhos à fazenda e os matou”, contou a delegada-geral da Polícia Civil, Adriana Accorsi, que esteve ontem novamente em Doverlândia, com Aparecido. Ele mostrou onde havia jogado a faca usada na chacina, mas a arma não foi encontrada. “É uma área muito grande e quando ele jogou a faca, estava de noite. Não soube dizer o local exato, mas encontramos a bolsa de Miraci, com documentos e uma receita médica. Não temos nenhuma dúvida da participação de Aparecido na chacina”, contou.

Ela explicou que apesar de Aparecido mudar por várias vezes as versões do fato, ele sempre afirma que foi ele que matou as vítimas. “Ele sempre acrescenta uma ou outra informação, o que é até normal.”

Adriana Accorsi, o delegado Antônio Gonçalves, da Diretoria de Polícia Judiciária da Polícia Civil, e o delegado do caso, Vinícius Batista da Silva, estiveram ontem na fazenda de Lázaro e em outras dez propriedades vizinhas em busca de provas e de outros suspeitos do crime.

Hoje, a partir das 10 horas, as Polícias Civil e Técnico-Científica fazem a reconstituição do crime na fazenda. Até a noite de ontem, seis suspeitos já estavam identificados. Dois deles são o futuro sogro de Leopoldo e um primo da vítima que foram presos no domingo, em Frutal (MG), durante o velório das vítimas. Eles foram apontados por Aparecido como mentores do crime. “Não temos certeza da participação deles ainda.”

Um irmão de Aparecido, de 22 anos, e um colega dele, ambos soldados do Exército, foram detidos ontem cedo em um campo de treinamento do Exército em Jataí e foram trazidos para Goiânia, onde devem ser ouvidos como suspeitos de participar da chacina.

Os dois foram trazidos de carro por uma equipe do Exército e ficariam sob custódia na Brigada de Operações Especiais do Exército, em Goiânia. Outro rapaz detido em um assentamento ao lado da fazenda das vítimas também foi trazido para Goiânia em um carro da Polícia Civil e está na Delegacia de Homicídios, onde também deve ser ouvido. Como a participação dos cinco ainda não foi comprovada pela Polícia Civil, os nomes ainda não serão divulgados.

Adriana Accorsi disse que de acordo com a Polícia Técnico-Científica (PTC) não haveria possibilidade de Aparecido ter cometido o crime sozinho, mesmo rendendo as vítimas com o uso do revólver apreendido na casa de uma tia dele na manhã de terça-feira.

Seriam preciso pelo menos mais uma ou duas pessoas, segundo a perícia, para render e manter as vítimas subjugadas. “Uma viu a outra ser morta, já que Aparecido confessou que foi ele quem as executou.”

A delegada acredita que as execuções possam ter sido feitas por apenas uma pessoa, já que todas foram executadas da mesma forma, por esgorjamento, conforme o próprio Aparecido confessou.

Ela explicou que para entender a dinâmica dos fatos e para esclarecer se Tâmis foi realmente abusada sexualmente como afirmou Aparecido, a Polícia Civil depende de laudos da PTC. “Apesar disso tudo, nossa investigação está bem avançada e logo terá um desfecho.”

Adriana Accorsi revelou que na casa sede da fazenda há indícios de que os autores lavaram o chão da sala e da área externa, onde Lázaro e Leopoldo foram mortos. Esta seria uma forma dos autores não chamarem a atenção dos demais familiares quando eles chegassem à casa, onde também, conforme os planos iniciais, seriam mortos. “A perícia vai confirmar se os cômodos foram lavados ou não.”

Fonte: Jornal O Popular

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Um dos três suspeitos presos por participação na chacina de Doverlândia (clique aqui e entenda o caso), a 190 quilômetros de Mineiros, disse em depoimento que receberia R$ 50 mil pelo crime. A informação é da delegada-geral da Polícia Civil de Goiás Adriana Accorsi.

Detido na cidade onde o crime aconteceu, o jovem de 23 anos confessou a participação na morte de sete pessoas, degoladas em uma fazenda no último sábado (28). O alvo era o dono da propriedade e as outras pessoas acabaram mortas para evitar testemunhas.

Com ele, a polícia encontrou um revólver usado para imobilizar as vítimas, a espingarda do proprietário rural assassinado e as roupas sujas de sangue usadas por ele no dia do crime. Adiana Accorsi disse que ele conhecia o fazendeiro e o filho assassinados.

Após ser preso, o jovem apontou como responsável pela "oferta" um dos homens presos em Frutal (MG), durante o velório das vítimas. De acordo com a delegada, ele chegou a ser transferido para Goiânia, mas foi levado de volta para Doverlândia para ajudar a esclarecer os fatos.

Os dois homens detidos em Minas Gerais estão na Delegacia de Homicídios da capital. No final da manhã desta terça-feira (1º), a dupla foi transferida de helicóptero. De acordo com a polícia, os suspeitos são um sobrinho do dono da fazenda assassinado e o futuro sogro do filho do dono da propriedade. Em depoimento à delegada da cidade de Frutal na segunda-feira (30), eles alegaram inocência e apresentaram álibis para o dia da chacina.

“Desde o primeiro momento, a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Polícia Técnica estão empenhadas na resolução desse caso. Ao ser preso, o primeiro envolvido indicou os nomes de várias outras pessoas. Essas pessoas, portanto, estão sendo detidas, interrogadas e seus álibis verificados. Obviamente, não podemos acusar essas pessoas [dois detidos em Frutal], mas nenhuma hipótese, nenhuma indicação está deixando de ser verificada profundamente. Tanto do ponto de vista investigativo e também pericial”, observou Adriana Accorsi.

Fonte: G1 Goiás

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Jefferson Silva Souza, de 22 anos, também conhecido como ‘Tizé’ foi brutalmente assassinado nesta madrugada em Mineiros. O homicídio aconteceu na Rua 8, Bairro Popular. De acordo com testemunhas e ocorrência policial, Tizé teria sido esfaqueado por Alexandre, vulgo ‘Boi’, em parceria com Paulo Renato e outro homem, conhecido como ‘Mutante’. O crime teria ocorrido por conta de uma discussão por drogas.  

Eram por volta das 3h30 quando os policiais militares da 7ª CIPM, soldados Marcos Gomes e Manzatto foram acionados para ir ao local. Quando chegaram lá, não encontraram mais os autores do crime, os quais já tinham fugido do local. Só encontraram o corpo estendido ao chão, metade no meio-fio, metade na rua.

Segundo as testemunhas, Paulo teria derrubado Tizé para que Boi o agredisse com diversas facadas. O Samu foi acionado para socorrer Jefferson, mas quando chegaram já era tarde demais. O rapaz já tinha morrido.

Com autorização da delegada Paula, a Funerária Pax Cristo Rei pôde receber o corpo e levá-lo ao Instituto Médico Legal (IML) de Jataí, decisão de extrema importância, já que a chegada do IML em Mineiros tem sido ‘costumeiramente’ demorada.

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Santa Rita do Araguaia, Mineiros e toda a região estão em luto. Na noite de ontem (20), o produtor rural e ex-vereador de Santa Rita do Araguaia, Osvaldo Cruz Martins Ferreira, de 69 anos, e sua enteada Sylvania Martins de Oliveira, de 49 anos, foram brutalmente assassinados na propriedade rural da família, a Fazenda Santa Maria, próxima ao Rio Babilônia.    

Segundo a Polícia Militar de Mineiros (7ª CIPM), o duplo homicídio teria ocorrido quando Osvaldo tinha ido levar comida a dois funcionários da fazenda em um Corsa preto (placa NGP 6532 - Trindade) por volta das 19h30. Quando chegou ao local, o fazendeiro teria recebido voz de assalto dos homens, os quais teriam o matado a golpes de machado. Já Sylvania, teria sido amarrada nos fundos do alojamento (onde os dois funcionários moravam) e cruelmente assassinada com golpes de marreta.

De acordo com a polícia, os suspeitos ainda teriam furtado R$ 4 mil reais da carteira de Osvaldo e de sua enteada. Eles também roubaram a moto do fazendeiro e fugiram do local no veículo. Até o momento, a polícia ainda não capturou nenhum dos supostos assassinos, que estão foragidos.

Dona Erondina Borges Vieira, esposa de Osvaldo, também teria sido amarrada pelos criminosos, mas felizmente, ainda conseguiu sobreviver.

 

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Antônio Carlos Farias Pimentel, também conhecido como 'Bicudo', foi brutalmente assassinado nesta quinta-feira (1º). Segundo testemunhas, o homem de 48 anos teria sido alvejado a queima roupa por uma pessoa que estava em uma picape Hillux, cor prata. Ele teria descido do veículo, chamado Bicudo e cometido o crime, o qual chocou a cidade.

Foram quatro tiros ao total. Três deles atingiram a cabeça e um acertou o braço esquerdo. O crime aconteceu em Alto Araguaia (MT), por volta das 19h, de frente à loja de conveniência do Vando, no centro da cidade.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações estão em andamento para a solução do caso o mais rápido possível. Antônio trabalhava como balanceiro na empresa Louis Dreyfus Commodities.

Rádio Eldorado, com informações do site andredafm.com.br

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