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K2_DISPLAYING_ITEMS_BY_TAG Queimada

O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), em combate a um incêndio na zona rural de São Miguel do Araguaia, encontrou e resgatou um filhote de porco-do-mato, também conhecido como queixada. A ocorrência é de segunda-feira (30), e, infelizmente, o animal não resistiu e morreu horas depois.

 

O porco-do-mato estava com as patas queimadas e outros ferimentos causados pelo incêndio, além de muito cansado. “Ele foi levado ao veterinário da região, mas, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e morreu”, informou o CBMGO.

 

Sobre o incêndio, ele teve início na Fazenda da Luzia, próximo à cidade. Aproximadamente 20 hectares consumidos pelo fogo, em várias propriedades, segundo a corporação. Foram atingidas áreas de pastagem e mata nativa. A fumaça chegou a parte urbana, disseram os bombeiros

 

Quatro militares foram empenhados. Eles utilizaram três tratores com tanque pipa e 50 mil litros de água. “Foram utilizadas as técnicas de combate direto com abafadores e sopradores, combate indireto com aceiros e linha fria, além do rescaldo com caminhões e tratores”, explicou a corporação.

 

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O Instituto Mauro Borges (IMB), vinculado à Secretaria-Geral de Governo (SGG), divulgou uma Nota Executiva estimando prejuízos de até R$ 1,5 bilhão para a economia de Goiás até o final de 2024, em razão do aumento nas ocorrências de queimadas. A análise considera custos econômicos, sociais e ambientais, envolvendo a destinação das terras atingidas e os processos de recuperação.

 

De janeiro a agosto de 2024, o custo total das queimadas em Goiás foi de R$ 710 milhões. Cerca de 60% das áreas afetadas são produtivas, abrangendo quase 102 mil hectares. O IMB aponta um crescimento de 40% no número de incêndios em áreas produtivas em comparação ao ano anterior.

 

A projeção de perdas financeiras pode alcançar R$ 1,5 bilhão caso o ritmo das queimadas em áreas produtivas e não produtivas de setembro a dezembro de 2024 siga o mesmo padrão observado em 2023. Este valor inclui os custos imediatos, bem como despesas com replantio e recuperação do solo, o que corresponde a 0,35% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado.

 

Além dos custos diretos, o IMB também abordou os custos indiretos, como o impacto à saúde da população. Até agosto de 2024, foram registradas 342 internações por doenças respiratórias associadas às queimadas, gerando um custo adicional de R$ 496 mil aos cofres públicos.

 

A Nota Executiva ressalta ainda que os custos com problemas respiratórios podem estar subestimados, já que há pessoas que não buscaram atendimento médico ou cujas condições não exigiram internação.

 

Com informações da Agência Cora de Notícias.

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No último sábado (24), um homem causou um incêndio que destruiu aproximadamente 700 hectares de fazendas e matou diversos animais em Goiás. Para a Polícia Civil (PC), o indivíduo disse que ateou fogo de propósito. Ele foi preso em flagrante, já que provocar queimadas é crime ambiental, previsto na Lei Federal nº 9.605/98. Além de causar danos irreparáveis ao meio ambiente, o fogo ameaça a vida de pessoas e animais, gerando consequências para a saúde pública e a segurança.

 

Com base no o artigo 41 da Lei 9.605/1998, o delegado Luziano de Carvalho, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), explica que provocar incêndios em florestas ou outras formas de vegetação pode resultar em pena de reclusão de até 8 anos e multa, que pode chegar a R$ 50 milhões.

 

“Essa pena é aplicável especialmente quando o incêndio resulta em outros crimes, como a poluição do ar, que agrava ainda mais as consequências”, diz Luziano.

 

No Código Penal, o artigo 250 também trata do crime de incêndio. “A pena prevista é de reclusão de até 6 anos, podendo ser aumentada para até 8 anos quando o fogo atinge lavouras, pastagens, ou áreas protegidas”, explica o delegado.

 

De acordo com a PC, os incêndios ocorridos em Goiás são investigados pela Dema e pelas delegacias municipais, que atuam de forma integrada para identificar e punir os responsáveis.

 

Grandes incêndios a partir de queimadas

 

Luziano de Carvalhoalerta que, muitas vezes, grandes incêndios começam a partir dequeimadasrealizadas dentro dos limites legais de propriedades rurais para abrir novas lavouras, mas que acabam saindo do controle.

 

 “É essencial observar o vento, o horário e ter recursos adequados para controlar as chamas”, explica. Ele ressalta que, durante o inverno em Goiás, é necessário redobrar esses cuidados, pois a vegetação seca, aliada aos ventos mais intensos, facilita a propagação do fogo.

 

“É muito importante denunciar qualquer atividade suspeita relacionada a queimadas“, reforça o delegado.

 

Pena para quem provocar incêndios florestais pode aumentar

 

Nesta segunda-feira (26), um grupo de deputados protocolou um projeto que aumenta para 10 anos a pena máxima para quem provocar, intencionalmente, incêndios em florestas ou outras formas de vegetação.

 

A proposta, assinada pelos deputados Matheus Laiola (União-PR), Bruno Lima (PP-SP), Fred Costa (PRD-MG) e Marcelo Queiroz (PP-RJ), agora aguarda o despacho do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para iniciar sua tramitação nas comissões temáticas da Casa. Um requerimento de urgência também pode ser apresentado, permitindo que a proposta vá diretamente ao plenário.

 

Com o aumento da pena máxima, os responsáveis pelos incêndios poderão começar a cumprir a pena em regime fechado, algo que não é possível com a pena máxima atual. Nessas situações, o Código Penal permite que a pena seja cumprida inicialmente em regime aberto.

 

O projeto mantém as penas de detenção de seis meses a um ano, além de multa, para os casos de crimes culposos, ou seja, quando o incêndio ocorre de forma acidental.

 

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