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K2_DISPLAYING_ITEMS_BY_TAG Polícia Federal

De acordo com informações da Polícia Militar (7ª CIPM), cerca de R$ 59 mil teriam desaparecido da agência da Caixa Econômica Federal de Mineiros, no centro da cidade. O fato ocorreu nesta quarta-feira (9), por volta das 15h. Os policiais cabo Agnaldo Alves e os soldados Francisco Macedo e Adjânio Alves foram ao local averiguar o que aconteceu.

Segundo os policiais, ao atenderem a ocorrência, foram informados por um funcionário da agência que ele próprio havia fechado um malote que continha tal valor e deixado próximo aos seus pés, no caixa onde trabalha. Posteriormente, ao sentir falta do malote, procurou o volume e acabou o encontrando jogado no almoxarifado do estabelecimento. O pacote já estava vazio.     

Diante dos fatos, por não se tratar da área de competência da Polícia Militar, o funcionário, junto ao gerente da agência, foram orientados a procurar a Polícia Federal, a quem compete às investigações dentro do estabelecimento Federal. Ainda de acordo com informações policiais, uma das portas que dá acesso ao local (que dá acesso apenas aos funcionários que possui senha específica) estaria com problemas.  Até o momento, o caso não foi esclarecido.

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Em entrevista exclusiva à Rádio Eldorado, o deputado federal Leonardo Vilela (PSDB/GO) rechaçou suposto envolvimento com o empresário de jogos ilegais Carlos Cachoeira. Ele comenta que várias pessoas estão citando seu nome com Cachoeira por ‘má fé’. O empresário foi preso pela Polícia Federal por suspeita de "práticas criminosas", com a participação de agentes públicos e privados.

“É lamentável que algumas pessoas que não tem a mesma linha política ou que por desinformação, até mesmo por má fé, tenham às vezes tentado confundir a população envolvendo o meu nome com o empresário e contraventor Carlos Cachoeira”, diz Vilela.

Segundo o deputado, em quatro anos de gravações telefônicas na Operação Monte Carlo, seu nome foi citado apenas duas vezes. “Uma por pedido de entrevista de emprego que fiz para minha filha, para um laboratório farmacêutico e outra para um jantar para discutir política com o senador Demóstenes Torres, que em meados do ano passado liderava todas as pesquisas de opinião à Prefeitura de Goiânia. São conversas de cunho político e pessoal. Não tem nada de ilegal e nada de ilicitude”, afirma Leonardo. 

Na entrevista, Leonardo Vilela ainda comenta que não está sendo investigado pela Polícia Federal. Afirma que não teve processo aberto no conselho de Ética da Câmara dos Deputados, nem em corregedoria que aberta contra alguns parlamentares.

Além disso, o deputado, que também é pré-candidato à Prefeitura de Goiânia, diz que o “Supremo Tribunal Federal (STF) abriu inquérito contra três deputados federais e meu nome não está entre eles, pois não há nada que me incrimine. Portanto, são apenas algumas pessoas e uma parte da imprensa, que de forma tendenciosa e sem apurar os fatos, tentou me envolver neste caso”.

Clique aqui e ouça a entrevista na íntegra

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A Polícia Federal (PF) apreendeu na tarde de terça-feira (10), mais de duas toneladas de maconha. Os 2.736 quilos de droga, estavam ocultos em um fundo falso de duas carretas de uma carreta bi-trem. O entorpecente foi embarcado na cidade de Ponta Porã (MS) e tinha como destino Goiânia (GO).

A carreta, que também foi apreendida, foi conduzida até a Superintendência da PF para a realização de uma busca mais detalhada, descarregamento e pesagem da droga. O motorista, A.C.P., de 51 anos, foi autuado em flagrante por tráfico interestadual de entorpecentes.

Operação policial

Tudo começou quando o serviço de inteligência da PF detectou indícios de que nesta data chegaria um grande carregamento de entorpecentes em Goiânia, vindo do Mato Grosso do Sul. No entanto, não havia informações a respeito do veículo que transportaria as drogas.

Com isso, foi então montada uma barreira policial no posto da Polícia Rodoviária Federal, na BR-060, saída para Guapó (GO). Depois de realizarem abordagem de vários veículos suspeitos, a polícia acabou flagrando o carregamento.

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