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Bernie Ecclestone propõe a criação de uma Fórmula-1 feminina

Por Eduardo Candido 01 Junho 2015 Publicado em Esportes
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Susie Wolff Susie Wolff Andrew Yates/AFP

Bernie Ecclestone propôs nesta segunda-feira que a Fórmula-1 tenha uma categoria feminina como parte dos fins de semana de corrida. Segundo o chefão da categoria, a ideia ajudaria a incluir as mulheres no esporte, pois elas não têm conseguido se inserir nas equipes, apesar do desejo de disputarem provas.


- Acho que poderia ser uma boa ideia dar a elas a sua própria disputa - disse Ecclestone. - Por alguma razão, as mulheres não estão conseguindo chegar (nas equipes) e não é porque não queremos elas. É claro que queremos, pois atrairia muito mais atenção, publicidade e, provavelmente, mais patrocinadores - completou.


Para Ecclestone, seria um bom primeiro passo ter uma competição só voltada para as mulheres.


- Temos que começar com alguma coisa, então sugiro às equipes que deveríamos separar os campeonatos e talvez sermos capazes de trazer alguém para a F-1 - disse.


Atualmente a F-1 conta com duas pilotos mulheres, mas elas ainda não tiveram qualquer chance de competir. A escocesa Susie Wolff (foto acima) é pilota de testes da Williams e deve participar de dois treinos livres na atual temporada, mas não vai correr mesmo que Felipe Massa e Valtteri Bottas não possam competir em alguma prova. Neste caso, quem assume o cockpit é o piloto reserva da escuderia, Adrian Sutil.


Em 2012, Wolff, que é mulher do chefe da Mercedes, Toto Wolff, se tornou a primeira mulher a participar de um fim de semana da F-1 desde Giovanna Amati em 1992. Ele participou dos treinos livres para o GP da Inglaterra. No ano passado, ela participou de outro treino livre no GP da Alemanha.


Já a espanhola Carmen Jordá assinou recentemente com a Lotus para ser uma piloto de desenvolvimento. O reserva da escuderia é Jolyon Palmer, campeão da GP2 no ano passado.


A última vez que uma mulher participou de uma corrida de F-1 foi em 1976, quando a italiana Lella Lombardi correu no GP da Áustria pela Brabham. Ela acabou na 12ª colocação naquela prova.


A sugestão de Ecclestone não foi bem recebida por Wolff.


- Esta não é a melhor maneira de dar o passo adiante. Primeiro eu não sei onde encontraremos um grid inteiro só de mulheres que são boas o suficiente. Segundo, eu disputei toda a minha carreira como uma competidora normal. Por que eu deveria correr em uma competição apenas contra mulheres? Não me interessaria vencer uma corrida dessas - afirmou.


Fonte: O Globo

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