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Grupo é preso por causa prejuízo de R$84,9 mil a idosa em golpe do novo número em Jataí (GO)

Por Lucas Silva 30 Março 2022 Publicado em Região
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A Polícia Civil prendeu três homens e duas mulheres suspeitos de aplicar o golpe do novo número contra uma idosa de 68 anos e causar um prejuízo de mais de R$ 84,9 mil, em Jataí, região sudoeste de Goiás. Os suspeitos se passavam pelo filho da vítima. Grupo pedia transferências bancarias alegando estar com dificuldades financeiras. Os cinco foram presos na noite de segunda-feira (28) pelo crime de estelionato.

 

Idosa realizou seis transferências bancarias

 

De acordo com a investigação, os suspeitos se passavam pelo filho da idosa e alegavam ter trocado o número do celular. Depois, eles diziam estar com problemas no aplicativo do banco e pediam transferências bancarias para quitar dívidas. Por acreditar que ajudava o filho, a vítima efetuou seis transferências que totalizaram R$84,9 mil.

 

“Quatro suspeitos forneciam as contas para depositar os valores, um aplicava o golpe. No dia 24, eles fizeram três solicitações de transferência. No dia 25, outras três e no dia 28 fizeram de novo, mas a vítima não efetuou a transferência”, explica o delegado Paulo Ludovico, responsável pela investigação.

 

Suspeitos tentaram nova transferência, mas idosa não efetuou o depósito

 

Em uma sétima tentativa, os golpistas solicitaram uma transferência R$39 mil, mas a idosa entrou em contato com filho e constatou que ele não solicitou nenhuma transferência. Diante da situação, a vítima registrou um boletim de ocorrência.

 

Os policiais descobriram que dois proprietários das contas bancarias residiam em Goiânia e Aparecida de Goiânia. Após localizarem os suspeitos, a polícia efetuou a prisão e os encaminhou para a Delegacia de Repressão a Estelionatos e outras Fraudes. Horas depois, outros dois homens que forneciam as contas e um que organizada a distribuição dos valores também foram localizados e presos.

 

Os cinco seguem detidos pelos crimes de associação criminosa e estelionato na modalidade eletrônica com agravante por ser praticado contra idoso, além de lavagem de capital. Segundo o delegado, um dos suspeitos respondia em liberdade pelo crime de trafico de drogas, os demais não tinha passagem pela polícia. Somada, as penas podem passar de 10 anos de reclusão.

 

 As investigações continuam para identificar e prender os demais integrantes do grupo criminoso.

 

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