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Faeg teme impacto da guerra na importação de fertilizantes para Goiás

Por Lucas Silva 03 Março 2022 Publicado em Estado
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A Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) teme que a guerra entre Rússia e Ucrânia prejudique os produtores rurais goianos, já que os países do leste europeu são os principais exportadores de fertilizantes para o Brasil.´

 

“A nossa preocupação é com a safra 2022/2023, que começa em outubro, pois não sabemos como será o fornecimento de fertilizantes”, diz Leonardo Machado, coordenador institucional do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (ligado à Faeg). Leonardo lembra que a Bielorrússia, uma das principais fornecedoras dos fertilizantes de potássio, está fechada, porque não tem saída para o mar. “As vendas estão praticamente paradas, então vemos a situação com muita apreensão.”

 

“Para normalizar, o abastecimento”, continua o coordenador, “o ideal era é a guerra acabar o quanto antes para sabermos como funcionará a retomada do fornecimento. Não dá para voltar a normalidade de forma imediata. Existe a questão da liberação dos portos, frete marítimos… Então é difícil precisar quanto tempo para retomar a funcionalidade. Depende de vários fatores”.

 

Em entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (2), a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, afirmou que o Brasil tem estoque de fertilizantes suficientes para aguentar até outubro.

 

Mais efeitos colaterais da guerra

 

Além de atrapalhar a logística de fornecimento, Leonardo afirma que a guerra também causa impactos na inflação. “É a questão cambial, o petróleo, preço dos insumos. Tudo pode levar a um processo inflacionário”, diz.

 

Vale citar que as tensões entre Rússia e Ucrânia ocorrem há meses, desde que ucranianos manifestaram interesse em entrar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A Otan é um pacto foi assinado em 1949 com objetivo de impedir o avanço da influência da então União Soviética sobre os países da Europa Ocidental.

 

Em 24 de fevereiro, o líder russo Vladimir Putin permitiu uma operação militar no leste da Ucrânia, com bombardeios, próximo às regiões separatistas de Luhansk e Donetsk. Inclusive, o presidente da Rússia reconheceu a independência dessas cidades, anteriormente.

 

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