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João de Deus está em ‘bom estado, calmo e andando com bengala’, diz DGAP

Por Marcelo Justo 09 Janeiro 2019 Publicado em Região
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João de Deus João de Deus Reprodução/TV Anhanguera

O médium João de Deus, preso e denunciado por crimes sexuais durante tratamentos espirituais, está “em bom estado geral, consciente, calmo e andando com auxílio de bengala”, informou a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP).


De acordo com o órgão, o detento faz uso de 11 medicamentos, é comunicativo e se relaciona bem no meio.


Conforme boletim divulgado pelo órgão nesta terça-feira (08/01), entre os vários medicamentos de uso contínuo prescritos ao médium estão remédios para pressão arterial, estômago, além de anti-inflamatórios e protetores cardíacos.


João de Deus, segundo a DGAP, tomou café da manhã e comeu fruta e, até o presente momento, não apresentou queixas alérgicas.


A pressão arterial do religioso estava, até o fim da manhã desta terça-feira, em 14 por 9, com temperatura corporal de 35,8 °C.


O médium está preso desde o dia 16 de dezembro de 2018 no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.


Ele foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) no dia 28 de dezembro por quatro crimes que englobam fatos investigados pela Polícia Civil e pelo próprio MP: dois por violação sexual mediante fraude e dois por estupro de vulnerável.


Na segunda-feira (7), a defesa de João de Deus entrou com um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), contra decisão monocrática do ministro Nefi Cordeiro de manter o médium preso.


Advogado do investigado, Alberto Toron disse que entende que a decisão de negar o seguimento do habeas corpus “representa um equívoco”.


O STJ informou, por meio de nota, que as "atividades dos órgãos julgadores retornam em 1º de fevereiro de 2019, então só a partir desta data poderá haver nova decisão".


O ministro havia negado o habeas corpus a João de Deus, em caráter liminar, no último dia 19 de dezembro.


Ele também teve a soltura negada pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).


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Fonte: G1 Goiás (com adaptações)

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