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Mecânico é preso suspeito de estuprar as três filhas de 10, 13 e 15 anos, em Goiás

Por Marcelo Justo 26 Maio 2018 Publicado em Região
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Suspeito Suspeito Reprodução/TV Anhanguera

Um mecânico de 36 anos foi preso suspeito de abusar sexualmente das três filhas, atualmente com 15, 13 e 10 anos, em Itaberaí, a 89 km de Goiânia.


A apuração apontou que os estupros ocorriam há pelo menos seis anos. Segundo a Polícia Civil (PC), ele confessou o crime e afirmou que agia para evitar que as meninas "sofressem nos futuros relacionamentos".


O suspeito, que ainda não possui advogado, foi detido na sexta-feira (25/05), em cumprimento a um mandado de prisão.


Ele foi capturado logo após pedir demissão e fazer o acerto na empresa onde trabalhava, cuja atitude, para a corporação, mostra que ele tinha o intuito de fugir.


A delegada responsável pelo caso, Josy Alves de Sousa Guimarães disse que os abusos vieram à tona na última terça-feira (22), na escola da vítima mais velha.


"Ela estava tendo aula sobre violência sexual e uma professora viu a garota contando para uma amiga que já havia sido vítima do crime. A garota então foi chamada para conversar e confirmou os abusos", revelou.


Ao ser ouvida pela polícia, a adolescente contou das suspeitas de que as outras duas irmãs também eram abusadas. No depoimento que elas prestaram à polícia, a situação foi confirmada.


Mãe
De acordo com a delegada, a mãe das meninas foi ouvida e confirmou que a filha mais velha já havia contado dos abusos. No entanto, ela afirmou que não poderia fazer nada.


"A mãe nos disse que iria monitorar o caso, mas disse que não poderia se separar e sair de casa com elas por ser dependente financeiramente do marido. Atualmente, no entanto, ela disse que se arrepende", afirmou Josy.


A mãe é investigada por omissão em relação aos abusos. Já as irmãs foram levadas para um abrigo.


O pai está detido na cadeia pública de Itaberaí e será indiciado por estupro de vulnerável - praticado por três vezes. Se condenado, pode pegar de 24 a 45 anos de prisão.


A identidade e fotografia do suspeito não foi liberada para a imprensa, respeitando assim o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) que orienta para que não seja divulgado imagem ou nome quando a vítima for parente ou ligação direta com o autor, evitando assim a identificação da vítima e seus familiares.


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Fonte: G1 Goiás (com adaptações)

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