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Goiás registra queda nos casos de Dengue, Zika e Chikungunya

Por Marcelo Justo 22 Dezembro 2017 Publicado em Saúde
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Reprodução

Há quatro anos a cabeleireira Evanilde Lopes de Melo, de 43 anos, foi acometida pela Dengue.


Casada e mãe de dois filhos, a moradora de Aparecida de Goiânia, em Goiás, afirma que redobrou os cuidados dentro de casa para evitar o mosquito.


A doença afastou Evanilde do trabalho por três semanas. Para se recuperar, precisou ser internada em função da fraqueza e do mal-estar causados pelo vírus. Ela conta o que sentiu.


“Nossa, foi horrível. Muita fraqueza, dor no corpo, que eu não aguentava nem ficar em pé. Febre, dor de cabeça. Não conseguia comer, dor direto, fiquei fraca mesmo. Muito ruim. Eu não desejo pra ninguém”.


O coordenador geral de Dengue da Secretaria da Saúde, Murilo do Carmo, faz um alerta para que, em caso de suspeita, o paciente procure o centro de saúde mais próximo. Não é indicado o uso de remédios sem prescrição médica.


“É necessário entender que em relação a essas doenças, sobretudo não deve se fazer automedicação. A população não tem que se automedicar, tomar remédio por conta própria. É necessário procurar um centro de saúde imediatamente para que possam esclarecer, fazer os exames necessários, e de certa forma tratar”.


Com redução no número de casos de pessoas infectadas pelo mosquito que transmite a Dengue, Zika e Chikungunya, em relação ao ano anterior, o Estado do Goiás foi classificado, pelo Levantamento Rápido de Índices de Infestação por Aedes, como satisfatório. O coordenador atribui esse resultado ao trabalho intenso do estado e afirma que o combate aos focos deve ser constante.


“O Estado de Goiás, pelo levantamento do índice rápido do Aedes aegypti, que é o LIRAa, nós conseguimos um índice satisfatório. Nós estamos hoje com 0,22%, é um índice abaixo de 1% que é, pelo Ministério da Saúde, satisfatório. No entanto, pro Estado de Goiás, é satisfatório se nós tivéssemos atingido 0%. Esse seria o nosso índice satisfatório. Independente desse índice, nós temos trabalhado de maneira intensa com o Corpo de Bombeiros, sobretudo com os agentes de endemias, para que a gente possa fazer visita domiciliar, casa a casa, mês a mês. E, sobretudo, tentando conscientizar a população da importância deles no combate do Aedes aegypti”.


A reprodução do mosquito acontece em água limpa e parada. Por isso, é importante fiscalizar possíveis criadouros, como pneus, garrafas, vasos de flores, caixas d’água. Faça a sua parte e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você.


Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.


Rádio Eldorado, com informações da Agência do Rádio

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