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Anvisa libera aplicação de vacinas em farmácias

Por Marcelo Justo 14 Dezembro 2017 Publicado em Saúde
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), liberou a aplicação de vacinas em farmácias.


Com a nova resolução, qualquer estabelecimento de saúde vai poder fazer vacinação.


É preciso levar receita médica para as vacinas que são opcionais. Para as outras, do calendário básico, não é exigida receita. Mas é preciso pagar pelo produto.


Para poder oferecer e aplicar vacinas, o local deve ter uma identificação clara, para o consumidor, e obedecer as regras de qualidade e segurança, entre elas: ter licenciamento e inscrição no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, ter profissional legalmente habilitado, e instalações adequadas.


As farmácias devem entregar uma carteirinha de vacinação para quem não tiver o documento, ou não levar.


A fiscalização vai ser feita pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.


O serviço já era permitido no distrito federais e nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná.


Anvisa faz exigências
No Paraná, algumas farmácias já podem fazer a vacinação por conta de uma norma estadual, publicada há um ano.


Os estabelecimentos estão se adaptando às exigências da vigilância sanitária. É preciso ter, por exemplo, uma sala exclusiva com uma câmara refrigerada, própria para armazenar vacinas, que mantenha a temperatura entre 2 e 8 graus. As orientações agora vão ser iguais em todo o país.


A grande vantagem dessa norma da Anvisa é padronizar essas exigências para o Brasil inteiro para que não tenhamos realidades diferentes”, explica Paulo Santana, chefe da Vigilância Sanitária do Paraná.


No paraná, ainda são poucas farmácias que oferecem a vacinação. A maior procura foi pela vacina da gripe, no início do inverno.


Segundo a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias, hoje, trinta e seis mil postos do sus e sete mil clínicas particulares aplicam vacinas.


Com a permissão da Anvisa, esses números poderão ser ampliados, caso as setenta e quatro mil farmácias do país cumpram as novas determinações.


“Vai dar opção para a população se vacinar em locais de fácil acesso, que são as farmácias, se previnam de doenças e também pela questão dos custos, isso pode fazer com que os custos da vacinação sejam diminuídos na medida que vai ter mais concorrência", explica o gerente do Conselho Regional de Farmácia do Paraná, Jackson Rapckiewicz.


A resolução que autoriza a vacinação nas farmácias deve ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias.


Fonte: G1 PR (com adaptações)

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