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Energia pode ficar ainda mais cara com usinas térmicas, diz governo

Por Marcelo Justo 05 Novembro 2017 Publicado em Economia
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Reprodução

Em período de seca nos reservatórios hidrelétricos, os sinais são de que o consumidor vai pagar ainda mais pela eletricidade no curto prazo.


O governo decidiu manter em operação térmicas mais caras, apesar do inicio chuvoso, com o objetivo de tentar preservar água nos reservatórios das hidrelétricas brasileiras.


A medida deve ter impacto nas taridas de energia a partir dos reajustes anuais das distribuidoras, quando são calculados os gastos adicionais da taxa de encargos de serviços do sistema (ESS), cobrado na conta de luz.


Segundo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o governo admite contrariar o critério 'preço' na hora de definir a usina a ser acionada e passar a contratar térmicas que hoje estão paradas por terem preços muito superiores ao da média das usinas.


"Temos preocupação com a situação. Agora, começamos a ter sinais de alguma chuva que pode começar a vir. Mas, já alertamos há um tempo de possível impacto nas tarifas ao consumidor", afirmou o ministro.


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já tinha dado o primeiro sinal de que a conta de luz pode aumentar em novembro, ao anunciar que a bandeira vermelha patamar 2, cobrada nos períodos mais críticos, foi reajustada em 42,8%. Com isso, a tarifa extra para cada 100 kilowatt-hora consumidos passou de R$ 3,50 para R$ 5.


A novidade agora é que essa tarifa deve ser cobrada sobre um patamar de preço da energia também mais alto, depois que o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) optou por contratar eletricidade do grupo de térmicas de alto custo.


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Rádio Eldorado, com informações da Folhapress

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