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Segunda etapa da vacinação contra febre aftosa começa nesta quarta (1º)

Por Marcelo Justo 01 Novembro 2017 Publicado em Agricultura
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Divulgação/Ministério da Agricultura

A segunda fase da campanha de vacinação contra a febre aftosa começa nesta quarta-feira (1º) em todo o País, exceto Santa Catarina, que é livre da doença desde 2007.


Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o período de imunização de rebanhos bovinos e bubalinos (búfalos) segue até o dia 30 de novembro, obedecendo ao calendário.


Confira o calendário, clique aqui.


Os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Paraná, Roraima e São Paulo devem vacinar todos os animais, de qualquer idade. Já os outros estados só precisam dar a vacina em bois e búfalos de até dois anos.


A dose é de 5ml e deve ser conservada entre 2ºC e 8ºC, com aplicação feita na tábua do pescoço dos animais. É importante que a Declaração de Vacinação seja formalizada no serviço veterinário oficial do estado.


Em maio deste ano, na primeira etapa de vacinação, foram vacinados 98,28% dos animais, ou seja, 192,1 milhões de cabeças de um total de 195,4 milhões.


Quase todas as unidades federativas já estão livres da doença: Amazonas e Amapá vão receber o reconhecimento da pasta em breve.


A meta é fortalecer o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) e retirar a imunização contra a febre aftosa até 2023.


O que é a febre aftosa?
A febre aftosa é uma infecção viral que causa febre e vesículas (aftas), geralmente na boca e nos pés de animais como bovinos, búfalos, caprinos, ovinos e suínos.


O vírus se espalha rapidamente pelo gado, caso os produtores não tomem medidas de controle e erradicação assim que detectarem o problema.


Além do bem-estar animal, "o principal efeito da febre aftosa é comercial. A doença afeta enormemente o comércio interno e externo de animais e seus produtos.


Devido ao alto poder de difusão do vírus e aos impactos econômicos provocados pela doença, os países estabelecem fortes barreiras à entrada de animais susceptíveis e seus produtos oriundos de regiões com ocorrência da febre aftosa".


Segundo o ministério, as consequências econômicas e sociais desse impedimento comercial têm reflexos negativos em toda a economia nacional.


Rádio Eldorado, com informações do MAPA

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