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Preço do gás de cozinha volta a subir e população sente no bolso

Por Marcelo Justo 18 Outubro 2017 Publicado em Economia
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Reprodução

A inflação está em baixa, mas na contramão dessa tendência está o preço do gás de cozinha, que nos últimos meses não para de aumentar e os motivos vêm lá de fora.


Os efeitos do Furacão Harvey, que atingiu o sul dos Estados Unidos em agosto, até hoje são sentidos pela população brasileira. É o que garante o economista da FGV-RJ André Braz.


O gigantesco ciclone tropical paralisou a produção de petróleo e gás no Golfo do México. Como boa parte do gás consumido no mundo sai de lá, os preços dispararam.


“Está subindo por conta de problemas que aconteceram no mercado. Furacões nos Estados Unidos e tal. Desperdícios são contraindicados, principalmente nesse período em que ele está ficando mais caro”, explica o economista.


Esta semana, o reajuste para as distribuidoras foi de 12,9%. A expectativa é que o botijão fique, em média, R$ 3 mais caro.


Desde junho, a Petrobras já anunciou cinco aumentos para o gás de cozinha. Nesse período, o preço do botijão nas distribuidoras subiu quase 50%.


Para os consumidores, os aumentos do gás e também da gasolina chegaram a quase 10% desde junho, enquanto a inflação no período bateu recordes de baixa.


Para muitos brasileiros, os preços tiveram o impacto semelhante ao de um furacão.


A Petrobras reafirmou, em nota, que os reajustes no gás de cozinha e na gasolina estão ligados à variação dos preços no mercado internacional e declarou que as revisões de preços nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor.


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Fonte: G1 Brasília (com adaptações)

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