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Pouca oferta mantém preço da carne firme e valoriza arroba do boi, em Goiás

Por Marcelo Justo 18 Agosto 2017 Publicado em Economia
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Reprodução/Mais Goiás

É a oferta curta que dita o ritmo. São os animais de cocho que garantem a maior parte da escala das indústrias. Animais de pasto não aparecem em grande quantidade.


Em Goiás os valores também estão em recuperação. A média da arroba do boi – à vista e para descontar Funrural – saiu de R$ 117,15 no dia 1° de agosto para R$ 126,14 na última quarta-feira (16/08) – alta de 7,6%.


A dificuldade de compra de matéria-prima, que se arrasta há pelo menos duas semanas, já faz algumas indústrias pularem dias de abate ou então trabalhar com ociosidade crescente.


Mesmo com o consumo de carne em retração, natural para este período do mês, há um alinhamento com a disponibilidade do produto e os preços no atacado permanecem firmes, com tendência de alta, reduzindo a pressão sobre a margem das indústrias, mesmo pagando mais pela matéria-prima. Isso é importante para manter as valorizações, no mesmo ritmo, desde o começo do mês.


É comum e recorrente, em todo o País, negociações com boi gordo e vaca gorda acontecerem acima das referências. Por outro lado, quem oferta preços menores, quase sempre, não efetiva os negócios.


No curto prazo, a oferta curta é praticamente certa. Resta ficar de olho na situação de venda de carne, que será o fator a modular a alta de preços.


Fonte: Mais Goiás (com adaptações)

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