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Sexo oral e relações sem camisinha disseminam supergonorreia

Por Marcelo Justo 10 Julho 2017 Publicado em Saúde
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Reprodução/Mais Goiás

O sexo oral e a não utilização da camisinha em qualquer tipo de relação sexual estão ajudando a espalhar um tipo perigoso de gonorreia, informa a Organização Mundial de Saúde (OMS).


A disseminação da chamada “supergonorreia” preocupa a entidade, que alertou sobre o difícil tratamento da doença e até mesmo a impossibilidade da cura. Tudo porque a bactéria “Neisseria gonorrhoeae” está rapidamente desenvolvendo resistência aos antibióticos já existentes.


Segundo análises da OMS, essa doença sexualmente transmissível (DST) resistente já foi encontrada em 77 nações e especialistas alertaram que a situação está “bastante séria”.


Em referência ao sexo oral, a OMS explica que a contaminação mais grave é a que ocorre na garganta. Isso porque essa área recebe uma dose menor de medicamento, por conta da sensibilidade, o que pode desenvolver resistência aos medicamentos. Com isso, a propagação da gonorreia no local pode levar ao surgimento da “supergonorreia”.


A DST, no entanto, pode atingir tantos os órgãos genitais como o reto em relações sem camisinha.


Fonte: Mais Goiás (com adaptações)

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