1. MENU
  2. CONTEUDO
  3. RODAPE

Joaquim Mesquita rebate denúncias de fraude na contratação de serviço no Complexo Prisional em Goiás

Por Marcelo Justo 23 Maio 2017 Publicado em Estado
Votao
(0 votos)
Lido 264 vezes
Joaquim Mesquita Joaquim Mesquita Reprodução/Mais Goiás

O juiz Ricardo Prata determinou o bloqueio de bens num valor total superior a R$ 2 bilhões de duas empresas e dez réus envolvidos em um esquema de fraudes na contratação para o fornecimento de refeições para presos do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.


A informação foi divulgada pelo Ministério Público (MP) do Estado de Goiás nesta segunda-feira (22/05).


Entre os réus, está o atual secretário de Estado de Gestão e Planejamento e ex-secretário de Segurança Pública, Joaquim Mesquita. Por nota, Mesquita informou que ainda não foi notificado da abertura da ação, mas no momento oportuno apresentará defesa ao Judiciário.


No caso, Mesquita é acusado de ter revogado subitamente em 2014 um pregão eletrônico o qual objetivava a contratação de empresa para a preparação e fornecimento de refeições na cozinha do Complexo Prisional, depois de diversos problemas ocorridos com outras empresas no processo anterior.


Na nota, o secretário afirma ainda que a revogação da licitação se deu por absoluto imperativo da Lei de Licitações, que dispõe que a contratação de segunda ou terceira empresa classificadas, em decorrência da inabilitação da primeira, ou segunda, só pode se dar se as mesmas aceitarem idênticas condições e valores que a primeira classificada.


De acordo com Mesquita, a terceira empresa não aceitou essa condição e por isso não havia outra solução que não fosse revogar a licitação e determinar abertura imediata de outra licitação.


Nova licitação foi realizada no dia 15 de dezembro de 2015, em cuja sessão compareceram 19 empresas interessadas. Nesse pleito, a empresa vencedora foi a Vogue – Alimentação e Nutrição Ltda, cujos valores apresentados foram os seguintes: R$ 6,96 para almoço e jantar e R$ 1,05 para desjejum (total R$ 8,01). “Tal valor, portanto, ficou abaixo do apresentado anteriormente pela Cial Comércio e Indústria de Alimentos Ltda, que era de R$ 9,02”, disse o secretário na Nota.


A Cial era a empresa que fornecia o alimento anteriormente.


Leia também:
Justiça bloqueia R$ 2 bi de envolvidos em fraudes no fornecimento de marmitas a presos em Goiás


Fonte: Mais Goiás (com adaptações)

000-A-Banner WhatsAppecontatos-RadioEldorado

FAMP
Produção de Spots
camara-em-destaque
Vida Nossa de Cada Dia