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A mãe do governador de Goiás, Marconi Perillo, morreu na madrugada desta quarta-feira (18), no Hospital Santa Helena, em Goiânia. Maria Pires Perillo, de 74 anos, lutava contra um câncer e teve falência múltipla dos órgãos por volta das 3h da madrugada. O velório ocorre desde 7h30 no Cemitério Parque Memorial, na saída para a cidade de Bela Vista. O sepultamento será às 17h de hoje.

Perillo pode voltar a falar à CPI mista que investiga as relações entre o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários. O governador, que já prestou depoimento à CPI em junho, é suspeito de ligações com o contraventor. O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) protocolou na terça (17) requerimento para reconvocar Perillo para que preste depoimento.

Neste fim de semana, reportagem da revista "Época" mostrou relatório da Policia Federal segundo o qual Perillo tinha um "acerto" para receber propina da Construtora Delta, através de Cachoeira, em troca da liberação de pagamentos por serviços da empreiteira prestados ao estado. A propina, de R$ 500 mil, teria sido embutida no pagamento a Perillo por meio da venda de sua casa, a mesma em que o bicheiro foi preso.

Perillo classificou como “infame e desleal” a afirmação de um suposto acerto para que o atual governo do estado pagasse em dia as faturas da empresa Delta. Em nota enviada à imprensa na segunda (16), ele reafirmou não ter tratado da venda da casa com a empreiteira nem com o contraventor.

O PSDB reafirmou na terça ter "total confiança" no tucano. O presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra (PE), disse que o partido "não tem dúvidas" acerca do governador e criticou o trabalho do PT no controle da CPI, que, para ele, deixou de investigar Cachoeira e a Delta para atacar Perillo. O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), disse que o partido não é contra a investigação, mas que uma nova convocação do governador "seria repetição de perguntas e respostas", para não ouvir outras pessoas.

Marconi Perillo está a frente do governo de Goiás pela terceira vez. Ele foi eleito pela primeira vez em 1998, sendo reeleito em 2002. Em 2006, foi eleito senador por Goiás. Voltou a ser escolhido para governar o estado em 2010.

Fonte: G1 Goiás

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K2_PUBLISHED_IN Estado

Cerca de 700 ocorrências estão deixando de ser registradas diariamente no Estado devido à greve dos policiais civis, segundo os próprios grevistas. Iniciada na última terça-feira, a paralisação interrompeu o funcionamento interno de praticamente todas as delegacias especializadas e distritos policiais. Uma equipe de reportágem percorreu diversas unidades na tarde de ontem e constatou que em todas elas havia apenas um pequeno grupo de servidores responsáveis por realizar o atendimento dos casos emergenciais, que resultam em flagrantes.

Equipes de policiais civis que participam da coordenação da greve permaneceram durante todo o dia nos portões de acesso das delegacias com o objetivo de informar a população sobre o movimento e, ao mesmo tempo, sensibilizar os colegas a aderir à paralisação. Apesar de ter como mote a valorização profissional e o reajuste de salários dos policiais civis, a greve tem penalizado a população. Isso porque as ocorrências policiais são registradas por pessoas que foram vítimas de crimes, entre os quais furto, roubo e lesão corporal.

Desde a noite de quarta-feira, o casal de empresários Wagner Vieira Barbosa, de 34 anos, e Pollyana Ferreira Cunha, de 29, está sentindo na pele o desconforto causado pelo movimento. Os dois tiveram a caminhonete S-10 placa NKC-2680, roubada por volta das 19 horas, quando estavam em uma agência do Banco do Brasil, na Avenida Castelo Branco, em Campinas. Os dois assaltantes entraram no banco, determinaram que o casal entregasse as chaves do veículo, tomaram a carteira do empresário e fugiram na caminhonete, na qual estava a bolsa de Pollyana.

A empresária disse que foi orientada por policiais militares a dirigir-se até a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos automotores para notificar o caso formalmente no boletim de ocorrência. Ao chegar na unidade ela avistou quatro policiais que, conforme disse, limitavam-se a prestar atendimento aos presos.

“Os policiais não me passaram informações e falaram para eu e meu marido irmos embora”, destacou a empresária. Ela afirmou ainda que retornou à delegacia na tarde de ontem e foi impedida de entrar. Pollyana Ferreira disse que está indignada pelo fato de não ter conseguido fazer o registro do roubo. “Nossa caminhonete deve estar passando pelas barreiras sem que haja a fiscalização da polícia”.

Delegados vão para a rua investigar crime em Anápolis
A paralisação dos policiais civis e o assassinato do estudante Brendo Rodrigues de Souza, de 17 anos, levaram o delegado regional de Anápolis, Vinícius Teles, a adotar uma atitude inusitada. Ontem ele determinou que quatro delegados saíssem às ruas para investigar a autoria do latrocínio (roubo seguido de morte) do jovem. Normalmente, este tipo de ação é desenvolvida por agentes policiais.

Brendo Rodrigues foi morto momentos após um assaltante ter invadido uma locadora na qual ele trabalhava há pouco mais de três meses. O acusado saltou o balcão, dirigiu-se até o caixa onde estava a vítima e disparou. O crime durou cerca de 20 segundos e foi gravado pela câmara do circuito interno de televisão instalado no estabelecimento.

O presidente da União Goiana dos Policiais Civis, Ademar Luiz de Oliveira, pediu paciência e compreensão da população. Ele destaca que a categoria, ao lutar pela equiparação salarial com os policiais de Brasília, quer que o governo conceda aos agentes, escrivães, motoristas e demais servidores da Polícia Civil as mesmas garantias dadas aos delegados.

Fonte: O Popular

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K2_PUBLISHED_IN Segurança

O jovem de 25 anos considerado o maior fornecedor de maconha em Goiás foi preso no Mato Grosso do Sul e chegou a Goiânia na noite de quarta-feira (11). Ele é considerado pela polícia o sucessor de Fernandinho Beira Mar. Segundo as investigações, ele traficava na capital goiana cerca de uma tonelada de maconha por semana.

“Ele é um mega traficante. Faz a aquisição [da droga] junto ao produtor e depois repassa para os demais traficantes até chegar ao consumidor. Ele é considerado o sucessor do Fernandinho Beiramar na região Centro-Oeste”, afirma o delegado que acompanha o caso, Fernado Sakuraba.

De acordo com as investigações, o rapaz foi preso em Coronel Sapucaia (MS). Ele é um dos oito detidos suspeitos de participar de uma quadrilha de roubo de carros em Goiás, chefiada por detentos do sistema prisional. A quadrilha trocava os carros roubados por drogas e foi presa durante a Operação Cadeia do Crime.

“O comando era feito de dentro da penitenciária e era determinado pelos líderes, dentro do sistema carcerário. Havia um verdadeiro escritório do crime, uma empresa criminosa”, afirma o delegado Sakuraba. De acordo com a polícia, 32 veículos furtados sob encomenda para pagar a droga foram recolhidos.

Para transportar a mercadoria, o grupo contava com um forte esquema de segurança. “Os veículos eram carregados com a mercadoria e trazidos pelas rodovias menos movimentadas e também pelas estradas vicinais. Eles atuavam com batedores, um a 100 quilômetros de distância, outro a 50. Um outro ficava ainda bem próximo a eles. A droga passava [pelos postos de fiscalização] com certa facilidade”, explicou o delegado.

O grupo está preso na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Goiânia.

Fonte: G1 Goiás

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K2_PUBLISHED_IN Polícia

O senador Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM-GO) foi cassado nesta quarta-feira (11) por quebra de decoro parlamentar e ficará inelegível até 2027. Ele é acusado de usar o mandato para favorecer o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Em votação secreta, 56 dos 80 senadores presentes votaram pela cassação, 19 foram contra e houve 5 abstenções. Com o resultado, Demóstenes se tornou o segundo senador cassado na história do Brasil; o outro foi Luiz Estevão, em 2000.

Para se confirmar a perda do cargo, aprovada anteriormente por unimidade no Conselho de Ética e na Comissão de Constituição e Justiça, seriam necessários, no mínimo, 41 votos de senadores. O único senador ausente na sessão foi Clovis Fecury (DEM-MA), que está de licença desde o dia 6 de julho.

Com a cassação aprovada, Demóstenes Torres tem seus direitos políticos suspensos por oito anos a contar do fim do mandato parlamentar, que se encerraria em 2019. Com isso, Demóstenes só poderá voltar a disputar eleições a partir de 2027, quando tiver 66 anos.

Em tese, ele poderia questionar a cassação no Supremo Tribunal Federal (STF), mas ainda nesta terça (10), antes da decisão, o advogado de Demóstenes, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, descartou uma apelação na Justiça. "Não vamos recorrer. A decisão do plenário é soberana. Não há como fazer qualquer tipo de recursos. Só nos cabe aceitar a decisão", disse o advogado.

Com a perda do mandato, Demóstenes também perde o foro privilegiado e deixa de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal, onde é alvo de inquérito. Como é procurador de Justiça do Ministério Público de Goiás licenciado, Demóstenes passa a ter como foro o Tribunal de Justiça de Goiás.

O senador cassado foi acusado de quebra de decoro parlamentar por suspeita de ter utilizado o mandato parlamentar para auxiliar nos negócios do contraventor, preso pela Polícia Federal no fim de fevereiro durante a Operação Monte Carlo sob acusação de explorar jogos ilegais e corrupção. Poucos dias após a prisão, surgiram notícias do envolvimento de Carlinhos Cachoeira com Demóstenes Torres.

No lugar de Demóstenes deve assumir o primeiro-suplente, Wilder Morais - veja perfil. Segundo reportagem do jornal "O Globo" publicada nesta quarta, Wilder omitiu boa parte de seus bens na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

'Bode expiatório' e 'cão sarnento'
Demóstenes chegou ao plenário nesta quarta para sessão que votaria sua cassação antes dos colegas e permaneceu sentado durante os discursos. Antes da votação, voltou a negar ter favorecido o bicheiro e disse que foi um "bode expiatório" e "perseguido como um cão sarnento".

"Eu fui perseguido como um cão sarnento. Tudo o que aconteceu na minha vida e o que não aconteceu veio a público. Mandaram jornalistas para todo lugar de Goiás e do Brasil. Por que não apareceu meu nome em desvios? Eu fui investigado como ninguém no Brasil. E não apareceu nada, nada, nada. Aí começaram a inventar", disse Demóstenes.

"Eu quero pedir aos senhores. Por favor, me deem a oportunidade de provar que sou inocente. Não acabem com a minha vida. Não me deixem disputar uma eleição só em 2030", completou.

Apesar da votação secreta, a sessão, que começou às 10h11, foi aberta e as galerias do plenário já estavam repletas de pessoas convidadas por partidos, que receberam 100 senhas para assistir de perto.

Relembre o caso
No começo de março, a primeira denúncia indicava que Demóstenes havia recebido uma cozinha de presente do contraventor. No mesmo mês foram revelados indícios de que o então senador vazava informações do Congresso para Cachoeira. Depois disso, surgiram novas suspeitas de tráfico de influência em diversos órgãos federais. Em abril, Demóstenes deixou seu partido, o DEM, e passou a ser alvo de processo no Conselho de Ética.

Desde o início das denúncias, ele alegou que sua relação com Cachoeira, revelada em gravações da Polícia Federal, se limitaria à amizade e que não sabia de qualquer atividade ilegal. Em discursos e na defesa escrita, Demóstenes alegou que as inteceptações eram ilegais, por não terem sido autorizadas pelo STF, questionou a interpretação dada sobre os diálogos com Cachoeira e se disse vítima de perseguição política e da opinião pública.

Discursos na sessão

A representação que pediu a cassação de Demóstenes por quebra de decoro parlamentar foi de autoria do PSOL. Em nome do partido, o senador Randofe Rodrigues (AP) usou a tribuna por 30 minutos para afirmar que o senador quebrou o decoro e defender a cassação.

Randolfe afirmou que as gravações feitas pela Polícia Federal entre Demóstenes e Cachoeira deixam claro que as relações entre o senador e o contraventor não eram apenas pessoais. "O que está em jogo é um sinal para milhões de brasileiros sobre a credibuliade de uma instituição", afirmou. "O diálogo mostra claramente o nível de relação entre Cachoeira e o representado [...] Muitas são as provas que mostram a conduta incompatível com o decoro parlamentar."

Antes de Randolfe, o senador Humberto Costa (PT-PE), relator do processo no Conselho de Ética, afirmou que Demóstenes mentiu aos parlamentares ao negar sua relação com o contraventor.

"Vossa Excelência disse aqui que não sabia dos afazeres ocultos de Carlos Cachoeira. É muito difícil acreditar. Como poderia não saber das atividades criminosas? [...] Que amigo é este que não procura saber por que o amigo havia sido indiciado por seis crimes. Portanto, me perdoe, mas Vossa Excelência faltou com a verdade", disse o relator.

Quem também defendeu a cassação do mandato durante a sessão foi o senador Pedro Taques (PDT-MT), relator de processo contra Demóstenes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo ele, Demóstenes "feriu de morte a dignidade do cargo".

"Demóstenes adotou comportamento incompatível com o decoro mandato. Ele feriu de morte a dignidade do cargo e a ética que se impõe aos parlamentares", disse no discurso.

Histórico de cassações

Antes de Demóstenes, apenas um senador teve o mandato cassado: Luiz Estevão, então no PMDB-DF, perdeu o mandato sob a acusação de ter mentido no Senado ao negar envolvimento no desvio de R$ 169 milhões nas obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo.

A cassação ocorreu no dia 28 de junho de 2000, com 52 votos a favor da cassação, 18 contra e dez abstenções. Além do mandato, Luiz Estevão perdeu os direitos políticos até 2014.

No ano seguinte, Antonio Carlos Magalhães, então no PFL-BA, renunciaria ao mandato antes da votação de um processo de cassação, motivado pela revelação de que obteve a relação dos votos da cassação de Luiz Estevão. O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, então no PSDB-DF e líder do governo, também renunciou, sob suspeita de ter fornecido a lista. Ambos foram eleitos novamente em 2002, ACM para o Senado e Arruda para a Câmara.

Ainda em 2001, Jader Barbalho (PMDB-PA) renunciou, também para evitar a perda de direitos políticos. Na época, ele presidia o Senado e era acusado de desvios no Banco do Estado do Pará, fraudes na extinta Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e venda de títulos da dívida agrária.

O processo mais recente de ameaça de cassação ocorreu em 2007, quando o então presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) foi acusado de ter as contas pessoais pagas por um lobista. Na época, ele renunciou à presidência do Senado e escapou da cassação.

Fonte: G1 Goiás

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K2_PUBLISHED_IN Política

Estão abertas até o dia 27 deste mês as inscrições para associações, sindicatos, cooperativas e prefeituras, que queiram participar do Programa Lavoura Comunitária safra 2012/2013. A Seagro informa que o prazo não será prorrogado e que as inscrições devem ser feitas nos escritórios da Emater nos próprios municípios onde serão plantadas as lavouras. Caso não haja escritório na cidade, o responsável pela associação, cooperativa, sindicato ou prefeitura deve se dirigir ao escritório da Emater localizado na cidade mais próxima.

Somente as associações que estão em funcionamento regular há no mínimo cinco anos podem participar do programa. As associações e prefeituras, que têm pendências relacionadas às safras anteriores devem comparecer à Seagro, e procurar a Gerência de Programas Comunitários (telefones: (62)3201-8955/8926) para regularizar a situação.

Clique aqui e confira a lista dos documentos que devem ser apresentados no ato da inscrição.

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K2_PUBLISHED_IN Agricultura

Goiás recebeu 26.826 doses da vacina Pentavalente (DTP/HB/Hib). A vacina é combinada e previne contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningites causadas pelo haemophilus influenzae tipo B. Segundo a gerente de Imunização e Rede de Frio da Secretaria da Saúde, Clécia Vecci, a nova vacina substitui a Tetravalente (DTP/Hib) no Calendário Básico de Vacinação da Criança e tem como principal vantagem o fato de que, por ser combinada, reduz o número de injeções a serem aplicadas nas crianças.

A nova combinação está sendo introduzida pelo Ministério da Saúde a partir deste mês, com indicação para crianças de 2 meses a menores de sete anos de idade, que estão iniciando ou completando esquema de vacinação. O esquema básico da pentavalente requer a aplicação de três doses, com intervalos de 60 dias, a partir dos dois meses de vida, com reforço aos 15 meses e aos quatro anos.

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K2_PUBLISHED_IN Saúde

O secretário da Agricultura, Antônio Flávio Camilo de Lima, defende a elaboração de uma política regionalizada para o agronegócio.

Na condução da última edição do Encontro de Secretários de Agricultura, que é realizado durante todo o dia de hoje em Itapuranga, ele fez referência às peculiaridades de cada cidade goiana, mas lembrou que a ação de governo não pode ser individualizada.

Antônio Flávio destacou que é preciso conduzir ações regionalizadas, com foco no desenvolvimento do agronegócio e na valorização do produtor rural.

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K2_PUBLISHED_IN Agricultura

Policiais da Decon realizam nesta quarta-feira (4) uma operação de combate ao transporte irregular de passageiros.

Em parceria com o Procon, agências Goiana de Regulação e  Nacional de Transportes Terrestres, a Polícia Civil vai fiscalizar guichês que estão vendendo passagens do  transporte irregular e abordar os ônibus sem autorização para transporte interestadual de passageiros. O delegado Itamar Lourenço é o responsável pelo ação policial.

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K2_PUBLISHED_IN Estado

Termina nesta sexta-feira (1º) o prazo para que todo servidor estadual nomeado para cargo comissionado, assim como para cargo temporário ou que tenha função comissionada na administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual, apresente documentação exigida pelo Decreto 7.587, denominado Ficha Limpa Estadual.

Os documentos devem comprovar que ele não foi responsabilizado ou condenado pela prática de infração penal, civil ou administrativa nas situações que, descritas pela legislação eleitoral, configurem hipóteses de inelegibilidade.

A não entrega dos documentos vai acarretar o bloqueio de pagamento do salário do servidor. A documentação exigida deve ser encaminhada pelo servidor à Gerência de Pessoas do seu órgão de lotação, onde será arquivada em seu dossiê. O dirigente do órgão deve encaminhar a Declaração de Regularidade, devidamente preenchida e assinada, para a Superintendência Central de Recursos Humanos da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan).

São solicitados os seguintes documentos: Certidão Negativa Criminal da Justiça Estadual e Federal, sendo que para ocupantes de cargos de carreira militar também a Certidão Negativa da Justiça Militar; e declaração do próprio servidor de que não foi demitido por justa causa por ato de improbidade ou exonerado a bem do serviço público, devido a processo administrativo ou judicial, nos últimos oito anos.

No caso de magistrados e membros do Ministério Público, em exercício nos órgãos e nas entidades da Administração Estadual, também será necessária a declaração expressa de que não foram aposentados compulsoriamente ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar, pelo prazo de oito anos.

O Decreto
A medida do Memorando Circular da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) atende o que determina o Decreto nº 7.587 de 30/03/2012 editado pelo governador Marconi Perillo, que já está sendo chamado de Ficha Limpa Estadual. O decreto veda a nomeação, a contratação temporária e a designação para função comissionada de pessoas que tiverem a “ficha suja”. Goiás é o primeiro Estado do País a adotar a exigência de ficha limpa para a nomeação de servidores comissionados.

O Decreto da Ficha Limpa foi baixado pelo governador Marconi Perillo, atendendo campanha que tem como uma das patrocinadoras a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO). A reivindicação da entidade é que a exigência de ficha limpa seja válida para todos os cidadãos que ocupam cargos de confiança nas três esferas de Poder.

Saiba como providenciar os documentos exigidos
• Certidão Negativa Criminal da Justiça Estadual: Pode ser solicitada no Vapt Vupt Araguaia Shopping. Levar cópia do RG, CPF e comprovante de endereço.
• Certidão Negativa Cível da Justiça Estadual: Pode ser solicitada no Vapt Vupt do Araguaia Shopping ou no Fórum, na Avenida Assis Chateaubriand nº 195, em Goiânia. Levar cópia do RG, CPF e comprovante de endereço.
• Certidão Negativa Cível e Criminal da Justiça Federal (Clique aqui e retire a sua)

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K2_PUBLISHED_IN Estado

A Campanha Nacional contra a Influenza foi prorrogada até o dia primeiro de junho. A expectativa é vacinar 80% do público-alvo da campanha composto por crianças de seis meses a dois anos; idosos; profissionais da saúde; indígenas e gestantes. Em Goiás, já foram imunizados 70,34% do público, informa a gerente de Imunizações, Clécia Di Lourdes Vecci, o que coloca o Estado na quinta posição do ranking nacional.

Para garantir a cobertura vacinal, os postos de vacinação volantes têm sido deslocados para onde há maior concentração do público-alvo, como creches, asilos e abrigos, explica a gerente. “Na capital, algumas Igrejas abriram espaço para a vacinação”, declarou. Levantamento feito esta manhã pela Gerência de Imunizações apresenta os índices de vacinação por categoria. Crianças já atingiram 78,47%; trabalhadores da saúde 86,13%; gestantes 67,79%; idosos 66,94 e população indígena 124,78%, o que representa que Goiás vacinou índios vindos de outros Estados.

Clécia comenta que nestes últimos dias da campanha será intensificado na mídia o chamamento público para as imunizações. Além disso, os municípios que contam com agentes do Programa Saúde da Família vão realizar  busca ativa das pessoas que ainda não vacinaram.

Fonte: site Goiás Agora

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