1. MENU
  2. CONTEUDO
  3. RODAPE

A Polícia Civil de Goiás decidiu suspender a greve, que completou 49 dias nesta quarta-feira (29). A decisão foi tomada durante assembleia nesta tarde com membros da categoria. O serviço deve ser normalizado ainda nesta quarta. O governo ofereceu reestruturação da carreira e um plano de bônus, que varia de 5% a 20%, dependendo do salário.

A votação a favor da suspensão, segundo o diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis de Goiás (Sinpol-GO), Rainel Mascarenhas, foi quase que unânime. "Alguns pontos precisam ser apresentados na Assembleia Legislativa sobre readequação de níveis na carreira. A promessa do governo é que vai ficar da maneira que nós queremos, pelo menos nessa parte. É importante visar que optamos pela suspensão e se algum dos pontos acordados forem desrespeitados vamos retomar a greve", declarou Mascarenhas.

Por causa da paralisação, muitos casos ficaram sem ser investigados. Como incêndio na casa da costureira Neuriane Souza dos Santos. A residência, que pegou fogo há aproximadamente um mês, não passou por perícia porque ela não conseguiu registrar a ocorrência na delegacia.

Ainda abalada por causa da perda do filho, uma semana antes do incêndio, ela não sabe quando voltará a trabalhar, já que suas máquinas foram destruídas pelo fogo. “Eu não sei realmente o que sobrou. Quero tirar minhas coisas. Quero recomeçar minha vida. Tenho outro filho que mora comigo, minha nora, e ela [a polícia] não resolve isso para mim. A polícia existe para acolher o cidadão, não para deixar desse jeito”, reclamou a costureira.

Liberação de veículos

Carros roubados que foram recuperados pela polícia também não foram entregues aos donos durante os quase 50 dias de paralisação. Por causa da greve, a retirada do sistema não é realizada e o veículo recuperado continua constando como furtado. Com isso, ele não pode ser devolvido ao dono. Ao todo, são mais de 80 automóveis nessa situação na Delegacia Estadual de Furtos e Roubos de Veículos (DEFRV), em Goiânia.

Atualmente, os agentes e escrivães da Polícia Civil recebem R$ 2.971,95. Eles pediram salário de R$ 7.250. O mesmo aconteceu com os peritos e médicos criminalistas, que recebem R$ 5.714, mas reivindicaram que seja pago R$ 7.428. As propostas anteriormente oferecidas pelo governo não foram aceitas pela categoria.

Fonte: G1 Goiás

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Segurança

O Governo de Goiás já reconstruiu 1,5 mil quilômetros do Grupo 1 do programa Rodovida Reconstrução, atingindo 72% da meta estabelecida, de recuperar 2.081 quilômetros de rodovias.

O trabalho consiste na retirada do pavimento danificado e implantação de uma nova camada asfáltica. A previsão é de que até o início de setembro a reconstrução dos 42 trechos esteja concluída.

As obras de reconstrução das rodovias estaduais terão continuidade com a licitação do Grupo 2 do Rodovida Reconstrução, realizada este mês pela Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), executora do programa. O objeto da concorrência é a execução dos serviços de reconstrução de 2.119,4 quilômetros, num total de 59 trechos.  Entre eles, o trecho da GO-194, que liga a BR-364 à cidade de Portelândia, cerca de 5,6 quilômetros. (Clique aqui e confira os trechos que serão reformados

O Grupo 2 do Rodovida Reconstrução, orçado em R$ 627 milhões, contemplará rodovias estaduais que estão com o pavimento deteriorado, e que estão recebendo obras rotineiras de manutenção. Somados os Grupos 1 e 2 do programa, Goiás terá até 2013, mais de 4 mil quilômetros de rodovias reconstruídas.

Fonte: Goiás Agora/Adaptações: Eduardo Candido

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Região

A soma de benefícios como 13° salário, férias, diárias, decisões judiciais e abonos fez 324 servidores estaduais receberem mais de R$ 25 mil em julho, valor superior ao teto salarial em Goiás, de R$ 24.117,62. O número contrasta com os 3.169 funcionários que ganharam apenas o salário mínimo, fixado em R$ 622, conforme mostram dados levantados no demonstrativo da folha de pagamento divulgado pelo governo estadual em cumprimento à Lei de Acesso à Informação (LAI). A lista traz as remunerações brutas de aproximadamente 107 mil funcionários.

Entre todas as categorias, a maior parte dos rendimentos mais altos no mês julho pertencem aos auditores fiscais, que são encarregados, entre outras atribuições, da administração tributária estadual. Conforme o apurado pela reportagem, 232 dos 904 funcionários ativos do Fisco estão na lista dos que mais receberam no mês de julho (veja quadro).

Nos casos de 143 servidores houve corte para a adequação ao teto. No entanto, parte dos descontos não foi suficiente para a redução até os R$ 24 mil.

Dois exemplos são de procuradores do Estado que iriam receber mais de R$ 63 mil no mês passado, mas tiveram R$ 12 mil de desconto no contracheque. Ainda assim, receberam valores superiores a R$ 50 mil.

Superintendente da Central de Recursos Humanos da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan), Lilian Milhomem diz que, além de eventuais vantagens trabalhistas como o 13°, pago pelo Estado no mês de aniversário do servidor, diárias e abonos como o de permanência (concedido a quem tem direito a aposentadoria e continua em atividade) não são contabilizados para a adequação ao teto constitucional.

“Os auditores têm bons salários e eventualmente precisam viajar. Outros têm muito tempo de serviço. Esses benefícios não entram no corte”, diz a superintendente. No caso quem já poderia aposentar e permanece ativo, o bônus é de 11%.

Legislação
O presidente da Comissão de Direito Constitucional e Legislação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Goiás, Otávio Forte, afirma que, conforme o estabelecido pela Constituição Federal, nenhum tipo de vantagem pessoal pode ser desconsiderada para o corte determinado por lei. “A Constituição é expressa ao vedar qualquer tipo de vantagem, seja abono, diária ou gratificação de qualquer natureza. Não entram, lógico, 13° e férias”, diz o especialista.

Otávio ressalva casos onde os benefícios foram adquiridos pelos servidores antes da emenda constitucional n° 41, de 19 de dezembro de 2003, que instituiu o teto. “Já existem entendimentos do Supremo e do próprio Tribunal de Justiça em relação a isso”, diz.

Fonte: O Popular/Caio Henrique Salgado

K2_PUBLISHED_IN Estado

O pacote para privatização de estradas e ferrovias anunciado pelo governo federal na quarta-feira (15) inclui cinco trechos de rodovias que cortam Goiás. A previsão é de que sejam investidos R$ 133 bilhões em duplicações de rodovias e novas construções de vias para trens em várias regiões brasileiras. Somente para as chamadas BRs estão previstos os gastos de R$ 42 bilhões em 7.500 quilômetros.

Com a privatização, serão instalados pedágios. Eles estão previstos para o trecho de Itumbiara a Goiânia, na BR-153 e, na mesma via, de Goiania a Anápolis até a divisa com o estado do Tocantins. Já na BR-060, a via terá cobrança para tráfego entre Anápolis e Brasília. Na BR-040, de Brasília a Luziânia e na BR-050, de Cristalina a Catalão.

ntretanto, o plano de concessão está previsto para 2014, mas os motoristas já começaram a opinar sobre o anúncio. “Privatizar é muito bom, pois as estradas ficam mais cuidados, seguras e podemos até contar com os carros de reboque. Porém, normalmente os preços dos pedágios são muito altos”, declara o caminhoneiro José Carlos Barbosa. Colega dele de profissão, Sérgio Macedo ressalta: “A gente já paga taxa cara para fazer carregamento e ainda teremos que pagar pedágio. Isso vai pesar muito no bolso”.

Além dos motoristas, o feirante Roberto Palhares também questionou o pacote de privatização. “A gente não paga IPVA [Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores] para ser investido nas estradas? Por isso, sou contra a privatização. O governo deve investir esse dinheiro do imposto para melhorar as rodovias”, salienta.

De acordo com o plano anunciado pelo governo federal, a concessão dos trechos serão realizados através de uma licitação, onde vencerá a empresa que cobrar a menor taxa de pedágio.

Fonte: G1 Goiás

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Estado

A Secretaria da Saúde realiza a partir de amanhã a campanha de vacinação contra a raiva animal, que pretende imunizar 1,2 milhão de cães e gatos em todo o Estado. Primeiramente, a campanha será voltada para animais da zona rural e segue até o dia 29, quando será feito o Dia D de vacinação para animais da área urbana.

Na zona rural, ficou a critério de cada secretaria municipal definir a melhor forma de distribuir a vacina, seja de porta em porta, ou em postos de vacinação. O Ministério da Saúde preconiza que 80% dos animais sejam vacinados.

Conforme relata a coordenadora de Zoonoses da Secretaria de Saúde, Daniela Carpanela, o último caso de raiva humana transmitida por animais domésticos no Estado foi registrado em 2001, no município de Minaçu. Em 2008, um caso foi registrado, no entanto provocado por morcego. No período de 2003 a 2010, nenhum caso de raiva felina ou canina foi registrado em Goiás.

A coordenadora informa que a vacina disponibilizada este ano foi aperfeiçoada no ano passado, motivo pelo qual não foi promovida a campanha de 2011. Como a cobertura vacinal dura apenas um ano, os animais estão sem proteção. “Os donos de animais domésticos devem vacinar seus cães e gatos sem medo de efeitos reversos, pois a vacina foi atenuada e não oferece risco”, declarou. A raiva animal é transmitida a humanos pela saliva, mordidas ou arranhões.

Fonte: Goiás Agora

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Saúde

Um candidato a prefeito de Nazário, cidade na região oeste de Goiás,  foi preso na tarde de terça-feira (14), em uma concessionária de veículos no Setor Bueno, em Goiânia. Segundo a polícia, ele disparou um tiro em frente à loja, com um revólver calibre 38.

 

A arma foi apreendida e registrado um Boletim de Ocorrência por porte ilegal de arma. O candidato foi levado para a Delegacia de Capturas, na capital, onde continuava detido até as 8h50 desta quarta-feira (15).

 

A concessionária não quis falar sobre o assunto. A assessoria de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) informou que o candidato pode continuar concorrendo às eleições normalmente, embora a atitude dele possa prejudicar a própria campanha. O TRE informou ainda que só vai julgá-lo se o Ministério Público entrar com um pedido de impugnação da candidatura.

 

Fonte: G1 Goiás

Siga-nos no Twitter e no Facebook
TwitterFacebook

 

 

K2_PUBLISHED_IN Polícia

O consumidor pode ser diretamente prejudicado pela recente disparada dos preços da soja e do milho no mercado. O aumento da demanda mundial e a queda na produção norte-americana reduziram sensivelmente o estoque de soja no mundo, o que deve resultar em aumentos nos preços de produtos como óleo de soja, leite e carnes de aves e suínos, que usam a oleaginosa e o milho como matérias-primas.

 

Há muito tempo o produtor de soja não via um mercado tão favorável aos preços do grão. A cotação da saca de 60 quilos, que no início do ano era vendida por R$ 45, já atingiu um nível recorde de R$ 78 e o produto não é encontrado. “Hoje, quem precisar comprar não encontra nem por R$ 80”, garante o analista de mercado da Federação da Agricultura do Estado (Faeg), Pedro Arantes.

 

História parecida, mas menos grave, é a do milho, cuja saca saltou de R$ 18,00 para R$ 25 só nos últimos 40 dias. Os preços altos afetam até o mercado futuro, no qual a saca de soja já está sendo comercializada por R$ 58 por quem ainda está plantando. Pedro Arantes estima que cerca de 60% dessa soja já esteja vendida no mercado futuro.

 

Quebras

A situação atual começou com mais uma quebra de safra americana. Os Estados Unidos devem produzir menos 85 milhões de toneladas de milho e ter sua colheita de soja reduzida em 6 milhões de toneladas este ano. Com menos grãos disponíveis no mercado mundial, o Brasil, que teve uma boa safra, está ocupando este espaço deixado pelos americanos e passou a exportar mais.

 

Só as exportações goianas de milho aumentaram 503% em julho, enquanto as de soja cresceram 108% em valor, segundo a Secretaria de Indústria e Comércio de Goiás. Em volume, as exportações de milho cresceram 655%. “Boa parte do milho safrinha que está sendo colhido está sendo vendido direto no porto”, informa Pedro. As exportações de milho devem atingir 15 milhões de toneladas este ano no País, dos quais 3 milhões de toneladas devem embarcar somente este mês.

 

O resultado são níveis de estoque abaixo da média histórica. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estoque total de soja em grãos hoje no mercado é de apenas 961 mil de toneladas, contra 3,016 milhões de toneladas no ano passado. Os estoques de milho, apesar de bem mais confortáveis, também estão menores: os oficiais estão em apenas 1,3 milhão de toneladas atuais. “O ideal seria algo entre 4 e 5 milhões de toneladas de estoque regulador”, explica o gerente de Oleaginosas da Conab, Tomé Luiz Freire Guth.

 

Preços

Com a soja muito escassa, as indústrias que ainda têm estoques precisam programar o esmagamento. O temor é de ociosidade da produção neste segundo semestre, o que pode puxar mais o preço de produtos como o óleo de soja, que já subiu 13,25% este ano, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

 

Quem também não está gostando nada desse cenário são os suinocultores. “A situação é crítica, pois o custo de produção está maior que o preço de venda, apesar do preço da carne ter reagido um pouco”, alerta o presidente da Associação Goiana de Suinocultores (AGS), Júlio César Carneiro. A tonelada do farelo de soja passou de R$ 800 para R$ 1,3 mil. Com isso, o quilo do animal vivo subiu de R$ 2,70 para R$ 3,40.

 

Para o presidente da Associação Goiana de Avicultura (AGA), Uacir Bernardes, a situação é muito preocupante, pois 70% do custo de produção de frango é ração, e 90% do custo da ração é milho e soja. “Não estamos preocupados apenas com o aumento, mas com a possibilidade de falta do farelo de soja no fim deste ano”, alerta. Ele alerta que é urgente a necessidade de reajuste do preço do frango.

 

Produtor

Para Pedro Arantes, este é um bom momento para o produtor de grãos, que enfrenta altas nos custos do adubo e do frete. Mas os agricultores alegam que não estão sendo beneficiados por esses novos valores porque não têm mais produto para vender. “Hoje, o preço está muito bom, mas 99% da soja já foi vendida”, informa o agricultor José Roberto Brucceli, que produz milho safrinha e soja no verão. Ele conta que acaba de colher o milho safrinha, mas 80% da safra foi vendida há cerca de três meses. “Se eu tivesse produto hoje, conseguiria pelo menos R$ 23”, afirma.

 

O produtor Mozart Carvalho de Assis, também lamenta não ter mais produto, mesmo com o aumento da produtividade. “Estávamos colhendo por R$ 43 a R$ 45. Quando chegou a R$ 50, todo mundo correu para vender”, lembra. A safrinha de milho também foi vendida antes. “Quem deixou para vender agora, está se dando bem, mas são poucos”, afirma Mozart. Ele conta que já vendeu 50% da próxima safra de soja por até R$ 47, mas os contratos futuros já estão a R$ 58.

 

Fonte: O Popular

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

O apresentador Oloares Ferreira, do telejornal Balanço Geral da TV Record Goiás, foi surpreendido por assaltantes ao chegar à noite desta quinta-feira (9) em sua casa, situada em bairro vizinho ao Parque Amazonas, na região sul de Goiânia.

Por volta das 20h50, ele retornava da academia e estava acompanhado por seu empresário, quando foi abordado por dois homens armados com revólveres. Ao ter estacionado seu veículo na garagem, a dupla invadiu o imóvel e deu voz de assalto.

Oloares foi mantido em cárcere privado por cerca de 10 minutos e, em uma distração dos bandidos, conseguiu discar discretamente para a TV Record. O produtor da emissora, Eurico Rocha, foi quem atendeu a ligação do apresentador, que não chegou a colocar o telefone ao ouvido e disse: “Será possível que eu, Oloares Ferreira, apresentador da Record, estou sendo assaltado em minha casa?”. Em seguida, o produtor entrou em contato com o Centro de Operações da Polícia Militar pelo 190 e informou a ocorrência. A PM enviou as viaturas ao lugar.

Ameaça de morte
Os assaltantes estavam inquietos e ansiosos durante a ação, afirmou o apresentador a reportagem do DM.com.br. Um deles falava ao telefone a todo momento. O outro bandido reconheceu Oloares Ferreira e comunicou ao comparsa, que ao telefone, perguntou: “Porque não falou que era o cara da TV?”. Os assaltantes, segundo a PM, fizeram ameaças ao apresentador para que ele não denunciasse o crime, depois de terem reconhecido o telejornalista.

Desfecho
Os bandidos fugiram da casa de Oloares, antes de chegada da viatura da PM, de onde conseguiram roubar objetos pessoais do apresentador (celular, relógio e carteira com documentos pessoais). Não se sabe o destino que tomaram e não foi identificado o veículo em que a dupla estava.

A Polícia Militar ainda está no local e todas as viaturas de Goiânia e Região Metropolitana estão em estado de alerta. Ainda nesta manhã (10), Oloares deve registrar ocorrência em delegacia policial.

Apesar de ainda assustado, às 23h24, Oloares disse que o momento foi de muita tensão e “não sei de onde tive forças para conseguir negociar com os bandidos. Eles queriam sair com um dos carros que está na minha garagem, mas eu falei que tinha rastreador. Disse a eles que meu vizinho é delegado e eles fugiram antes que a polícia chegasse”, relatou.

Para quem noticia esse tipo de ocorrência diariamente, Oloares nunca imaginou passar por um momento tão tenso como o vivido nesta noite: “nós, jornalistas, somos acostumados a noticiar todos os dias fatos como esse que sofri hoje. Há muito tempo faço isso, mas nunca pude imaginar o pânico que é passar por essa situação”, refletiu.

Oloares Ferreira passa bem e não sofreu nenhuma agressão por parte dos criminosos. Em uma atualização do seu perfil na rede social Facebook, o apresentador tranquilizou amigos afirmando que deu tudo certo e agradeceu a atenção e o carinho de amigos e fãs que o seguem na Internet. Até às 1h10 da madrugada do dia 10, mais de 100 comentários de repúdio ao crime e apoio ao jornalista foram enviadas ao perfil de Oloares.

Histórico
O apresentador iniciou a carreira como jornalista no Jornal Diário da Manhã, em mídia impressa. Em seguida optou por jornalismo televisivo e tem liderado a audiência em horário nobre da TV goiana.

Há 10 anos Oloares está na TV Record Goiás, onde ele iniciou como repórter de rua, já fez apresentação do extinto programa Goiânia Urgente e agora assumiu o Balanço Geral.

Fonte: Jornal Diário da Manhã/Arthur da Paz, com Jairo Menezes

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Polícia

O Governo do Estado intensificou o combate aos grupos que tentam usar o território goiano para a prática de crimes. Por meio do Comando de Missões Especiais (CME) da Polícia Militar, o monitoramento das fronteiras estaduais e interior está sendo reforçado. Os resultados são visíveis. Somente neste ano a unidade apreendeu cerca de duas  toneladas de maconha, R$ 16,5 mil em posse de traficantes, 31 quilos de pasta base de cocaína e 4,8 mil comprimidos de ecstasy.

Também foram apreendidas em operações realizadas neste ano 400.000 carteiras de cigarro ilegais, 50 armas e 550 munições, 250 DVDs e CDs piratas, cerca cinco quilos de dinamite e foi recuperada uma carga de bebidas roubada.

A missão central do CME consiste no planejamento, coordenação, execução e fiscalização de todas as ações de natureza especiais da PM, com foco em missões extraordinárias, com competência e atribuições para atuar em todo o Estado de Goiás. Entre as atribuições está o policiamento de divisas, gerenciamento de crises e negociações, operações especiais, operações aeropoliciais, operações com cães, patrulhamento tático especial, apoio a corregedoria, apoio ao sistema de inteligência da Secretaria de Segurança Pública e Justiça (SSPJ), planejamento, controle e administração de instruções e treinamentos para tropas convencionais.

O Comando de Missões Especiais é integrado por cinco unidades com atuações diferenciadas. A primeira é o Comitê de Gerenciamento de Crises e Negociação é responsável pelo gerenciamento de crises envolvendo ocorrência policiais com reféns decorrentes de crimes flagrantes e atentados de origem terrorista, conflitos agrários, e amotinamento de presos. A segunda unidade é a Companhia Independente de Operações Especiais (Coe), que atua na resolução de incidentes com reféns, contraterrorismo, ocorrências com bombas, proteção de autoridades, combate ao roubo a banco dentre outros.

Há ainda a Unidade de Patrulhamento Aéreo (Graer). Ela é responsável pelo patrulhamento aero policial de todo Estado, com a missão de proporcionar suporte aéreo para as operações policiais e resgate de vitimas de acidentes. A Unidade de Comando de Operações de Recobrimento (Core) é a força reserva estratégica do comando da Polícia Militar para recobrir regiões da capital e interior com efetivo com grandes índices de criminalidade.

Divisas
Integra também o CME a Unidade de Comandos de Policiamento de Divisas (COD), consiste em inovadora e inédita ação governamental  alinhada com o Programa Cidadão Seguro nas Fronteiras. O objetivo é o fortalecimento da segurança pública nas regiões das divisas dos Estados, em especial com os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mapeados como principais rotas de entrada da droga que segue para as regiões Sudeste e Nordeste do País.

As ações do COD também visam além da repressão ao tráfico de drogas, o combate incessante ao tráfico de pessoas, descaminho e contrabando, roubo de defensivos agrícolas e ações violentas do grupos denominados de  Novo Cangaço que atuam em cidades mais isoladas visando o roubo aos bancos e outras instituições financeiras.

O Comando de Divisas conta inicialmente com cinco bases fixas instaladas, nos municípios de Aporé, Itajá, Cachoeira Alta, Caçu e Piranhas. Está prevista a instalação de mais 10 unidades circundando todo o Estado. Além desses postos permanentes, ele possui ainda equipes móveis encarregada do patrulhamento rigoroso dessas localidades.

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Segurança

O desembargador Floriano Gomes determinou ontem a interrupção da greve dos policiais civis e escrivães de polícia e o imediato retorno da categoria ao trabalho. A decisão de gabinete atende a uma solicitação feita pelo Estado por meio de ação civil pública com antecipação de tutela contra a União Goiana dos Policiais Civis (Ugopoci) e o Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Simpol).

Na minuta, o desembargador fixou multa de R$ 10 mil por dia às entidades organizadoras do movimento, caso haja descumprimento da decisão.

Iniciada no último dia 11, a greve dos policiais civis afetou praticamente todas as delegacias de polícia e distritos policiais localizados na capital e no interior. O efetivo de 30% que permaneceu nessas unidades limitou-se a efetivar as ações tipificadas como essenciais, entre as quais a lavratura de autos de prisão em flagrante. As investigações que estavam em curso e o registro de ocorrências de crimes considerados graves, como roubo e homicídio, foram paralisados.

Os policiais civis reivindicam a equiparação com o vencimento dos policiais do Distrito Federal. Na prática, pedem reajuste dos atuais R$ 2,9 mil – salário inicial da categoria – para R$ 7,2 mil. A proposta foi encaminhada formalmente ao secretário estadual de Segurança Pública e Justiça, João Furtado, na última quinta-feira. Ontem, a assessoria de comunicação do secretário informou que na segunda -feira a proposta será avaliada e levada á apreciação do secretário estadual de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci.

A decisão proferida por Floriano Gomes não atinge, a priori, os peritos criminais e os médicos-legistas, que também estão em greve desde o dia 10. No documento, o desembargador destacou que apesar de reconhecer como legítima a busca por melhores salários e condições de trabalho, considera que a busca por esses benefícios não pode afrontar outros direitos garantidos pela Constituição. Dentre tais direitos, prossegue o desembargador, destacam-se as atividades das quais dependem a manutenção da ordem e da segurança pública.

Até o início da noite de ontem, a decisão de Floriano Gomes não havia sido comunicada oficialmente às entidades que representam os policiais civis. O presidente em exercício da União Goiana dos Políciais Civis, José Virgílio Dias Souza, informou que quando for notificado formalmente vai convocar uma assembleia geral para que a categoria delibere se interrompe ou não o movimento. Ele acentuou que os policiais civis, como os demais servidores, têm direito à greve e que desde o início da paralisação a categoria manteve o índice mínimo de 30% de servidores em atividade, determinado por lei.

Os peritos criminais e médicos-legistas diminuíram o índice de reajuste reivindicado no início da greve. Eles requeriam 30% de aumento no ano que vem e mais 30% em 2014. Em documento enviado ontem ao secretário João Furtado, o presidente em exercício do Sindicato dos Peritos Criminais e Médicos-legistas do Estado de Goiás, Antônio Carlos de Macedo Chaves, apresentou nova proposta com índices em 25%. Ele afirmou que ao reduzir o porcentual da reivindicação a categoria demonstra que busca o entendimento e está sensível à negociação.

Fonte: O Popular

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Segurança