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Segundo balanço do secretário de Estado da Retomada, César Moura dos inscritos no Programa Estadual de Apoio ao Empreendedor (Peame), até o momento foram mais de 5 mil inscritos solicitando a documentação, sendo que 80% composto por Microempreendedores individuais (MEI) e trabalhadores informais.

 

“A demanda foi grande, verificamos o acerto da decisão do governador Ronaldo Caiado de fazer o pagamento desses juros, porque o governo está pagando o juro, por isso é zero, devido a movimentação. Foram mais de 5 mil inscritos solicitando a documentação, 80% sendo MEI e informal”, afirma em entrevista ao Jornal Opção.

 

“A procura foi muito grande, até esperávamos uma procura maior dos bares e restaurantes, mas até o momento a maior parte foi de MEI e informais. Mas é assertivo a procura e os pagamentos já começaram a ser feitos”, completa.

 

Suporte financeiro

 

O programa foi lançado pelo governador Ronaldo Caiado e faz parte do pacote de medidas de apoio às empresas e às famílias em situação de vulnerabilidade, nesta segunda onda da pandemia da Covid-19. O valor é oferecido conforme a atividade exercida pelo estabelecimento, a juros zero, carência de 6 meses e prazo de pagamento de 24 há 36 meses.

 

Ampliação conforme a necessidade

 

César Moura destaca que as inscrições não se encerraram e se for necessário o governador pode colocar mais recursos a disposição. “Isso é um trabalho feito no ano passado, onde criamos o fundo de equalização. Quando o governador criou esse fundo gerou um instrumento para ele apoiar e ajudar a economia nesse momento, e se for necessário fazer novos aportes o governo vai se pronunciar. Foi uma medida assertiva criada lá atrás e que está nos ajudando agora”, pontua.

 

Para o secretário, é importante ressaltar o programa é uma geração de crédito e por mais que seja a juro zero é uma operação de crédito, isso explica uma certa burocracia na solicitação da verba.

 

Fonte: Jornal Opção

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O cenário vermelho de calamidade em Goiás – o pior dos três cenários no que se refere à contaminação pela Covid-19 – apresentou uma redução. Conforme o mapa de calor atualizado pela Secretaria de Saúde (SES) nesta sexta-feira (16), agora são três regiões goianas, entre 18, que passaram do risco vermelho para o laranja.

 

A SES dividiu as classificações entre risco amarelo (situação de alerta), risco laranja (situação crítica) e risco vermelho (situação de calamidade). A mais recente região goiana a passar do cenário vermelho para o laranja foi Pireneus, que engloba Abadiânia, Alexânia, Anápolis, Campo Limpo, Cocalzinho, Corumbá, Gameleira, Goianápolis, Pirenópolis e Terezópolis de Goiás.

 

Porém, a região de Serra da Mesa, composta por municípios como Niquelândia e Uruaçu, que estava no cenário laranja na semana anterior, agora aparece no vermelho. Conforme o mapa atualizado, as regiões que agora estão no cenário laranja são Pireneus, Rio Vermelho e Norte. Todas as outras 15 permanecem em calamidade.

 

Ainda de acordo com a SES Goiás tem, hoje, 522.870 casos confirmados e 13.565 óbitos por Covid-19.

 

Fonte: Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Estado

Dados do portal do Ministério da Saúde de terça-feira (13/04), mostram que Goiás ocupa a 11ª colocação no ranking de unidades da federação que mais aplicaram a 1ª dose da vacina contra a covid-19, totalizando 670.678 imunizações. Na terça-feira da semana passada, o Estado estava na 18ª posição.

 

A melhora veio após o governador Ronaldo Caiado solicitar maior eficiência no registro das imunizações no Sistema de Informação do Ministério da Saúde (SI/PNI) e determinar que a Secretaria-Geral da Governadoria (SGG) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizassem uma ação conjunta de sensibilização dos municípios, que são os responsáveis pelo repasse dos dados.

 

Quando analisado o total de imunizações já aplicadas, levando em conta a primeira e segunda dose, Goiás sobe para a décima posição no ranking. Até esta terça-feira, o Estado somava 826.602 imunizações. A demora no registro dos dados é prejudicial, pois a defasagem entre o número de doses recebidas e aplicadas pode resultar em uma redução de novas remessas por parte do Ministério da Saúde.

 

Fonte: Mais Goiás

 
K2_PUBLISHED_IN Saúde

A estimativa é de que a produção alcance uma área de 13 mil hectares em Goiás, com uma produtividade média de 15,6 toneladas por hectare. Atualmente, o estado tem 2,5 mil estabelecimentos produtores de banana, distribuídos em 109 municípios.

 

Anápolis aparece em primeiro lugar entre os municípios goianos que mais produzem, seguido por Uruana (2º) e Pirenópolis (3º). Completam o ranking estadual de produtores da fruta Itaguaru (4º), Santa Isabel (5º), Petrolina de Goiás (6º), Itauçu (7º), São Luís de Montes Belos (8º), Jaraguá (9º) e Anicuns (10º).

 

A projeção para o valor bruto de produção da banana em Goiás, em 2021, é de R$ 406,8 milhões, o que representa um aumento de 42,7% em relação ao ano anterior.

 

O boletim Agro em Dados também destaca que a comercialização da fruta nas Centrais de Abastecimentos de Goiás (Ceasa) foi de 1,8 mil toneladas, em fevereiro, sendo 77,9% do total comercializado oriundo da produção do estado. Entre os tipos comercializados, a variedade prata corresponde à maioria, com 60,9%.

 

Outro ponto relevante é a atuação da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) na prevenção e controle de pragas em banana, a fim de garantir a sanidade da planta na produção. Conforme aponta o boletim Agro em Dados, a Agrodefesa realiza um trabalho de adesão ao uso de mudas certificadas de banana nos municípios goianos, o que resulta em qualidade fitossanitária do plantio.

 

Com isso, espera-se melhor desempenho da produção, o que possibilita a oferta de fruta de excelente qualidade ao consumidor goiano, além da possibilidade de geração de excedente para abastecer novos mercados.

 

Da Seapa/Gov. GO

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O novo mapa de calor, divulgado nesta sexta-feira (9/4), pela Secretaria de Saúde de Goiás, apontou que duas das 18 regiões de Goiás saíram do estado de calamidade, que é o pior índice de contaminação da Covid-19. As regiões Norte e Serra da Mesa apresentaram redução em alguns índices e estão agora em situação crítica.

 

No mapa de calor anterior, Goiás estava todo com a cor vermelha, usada para identificar o nível de calamidade. O de hoje traz as duas regiões em laranja. São elas:

 

Serra da Mesa: Alto Horizonte, Amaralina, Campinorte, Colinas do Sul, Hidrolina, Mara Rosa, Niquelandia, Nova Iguacu de Goiás, Uruacu;

 

Norte: Bonopolis, Campinacu, Estrela do Norte, Formoso, Minacu, Montividiu do Norte, Mundo Novo, Mutunopolis, Novo Planalto, Porangatu, Santa Tereza de Goiás, São Miguel do Araguaia, Trombas.

 

A Região da Serra da Mesa apresentou melhora em três índices: variação de mortalidade por COVID-19, que reduziu 5%;velocidade de contágio no tempo (R) que baixou para 0,9 e ocupação de leitos de UTI públicos e privados dedicados para COVID-19, por região, que registrou o índice de 82,55%.

 

A Região Norte também apresentou melhora nos mesmos índices: variação de mortalidade por COVID-19, que reduziu 4,76%; velocidade de contágio no tempo (R), que ficou em 0,95; e ocupação de leitos de UTI públicos e privados dedicados para COVID-19, por região, que registrou o índice de 33%.

 

Fonte: sagres Online

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O projeto da construção de moradias para a população que precisa, é uma parceria municipal e estatal. O município doa o lote já regulamentado e o estado custeia a construção das casas.

 

Os recursos financeiros que vão pagar a construção das moradias será o Fundo Protege, que é vinculado à Secretaria da Economia do Governo de Goiás. Cada casa vai custar R$ 85.560,22.

 

A Agência Goiana de habitação (Agehab) está com o processo de licitação aberto para a contratação de empresas de construção civil para fazerem as 4.450 casas. A sessão para receber as propostas de empreiteiras será no dia 13 de abril, na sede da Agehab, pela Comissão Permanente de Licitação (CPL). Demais dúvidas podem ser solucionadas pelo site www.agehab.go.gov.br.

 

Fonte: Olha Goiás

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Em apenas dois meses de 2021, Goiás superou o saldo de empregos registrado em todo ano de 2020, quando 26.258 Carteiras de Trabalho foram assinadas. De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (30/03) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do Ministério da Economia, o Estado apresentou saldo de 17.990 novas vagas em fevereiro. Somadas às 16.457 de janeiro, o resultado são 34.447 trabalhadores contratados no território goiano nesse período.

 

O resultado do segundo mês do ano coloca Goiás novamente na primeira colocação entre os Estados da Região Centro-Oeste, a frente de Mato Grosso (11.795 vagas), Mato Grosso do Sul (7.054) e Distrito Federal (3.238). Com destaque, também, para a colocação no cenário nacional dos empregos, em sétimo lugar, atrás de São Paulo (1º/128.505 vagas), Minas Gerais (2º/51.939), Paraná (3º/41.616), Santa Catarina (4º/33.994), Rio Grande do Sul (5º/29.587) e Bahia (6º/18.993). O saldo é o registro de 58.791 admissões contra 40.801 desligamentos.

 

Quando é feita a avaliação dos dois primeiros meses de 2021, Goiás pula para o sexto lugar nacional na geração de empregos, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

 

O governador Ronaldo Caiado destaca que ações têm sido tomadas para assegurar emprego e renda aos goianos, mesmo no atual cenário onde a prioridade é salvar vidas e combater à pandemia. “Promovemos toda uma política com a Secretaria da Retomada para alicerçar os micro e pequenos empresários, empresários individuais, como também a área de turismo, do lazer, da cultura, para que fossem resgatados e você vê que Goiás respondeu como exemplo para o país”, afirmou.

 

Fonte: DM

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Levando em consideração tanto a rede privada como a pública, Goiás possui o 97,79% dos leitos de terapia intensiva ocupados e 76,33% das enfermeiras. Já em Goiânia a ocupação é de 96,59% para UTIs e 75,85% para leitos de enfermaria. Os dados são referentes aos leitos disponíveis para tratar a Covid-19 e foram fornecidos pelo site da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) na manhã deste domingo (28).

 

Os hospitais particulares de Goiás apresentam taxa de ocupação em 97% para terapia intensiva e 81,75%para enfermarias. As unidades de saúde sob gestão do Governo de Goiás estão com 96% de suas UTIs ocupadas e 85,47% dos leitos de enfermaria para  tratar complicações ocasionadas pelo coronavírus estão com pacientes.

 

Na capital, a rede privada está com ocupação de leitos de UTI Covid em 97,50%. Já as enfermarias particulares do município apresentam lotação de 84,42%. As unidades públicas municipais de Goiânia possuem 97,33% dos leitos de terapia intensiva para Covid-19 ocupados e 92,41% de ocupação das enfermarias para tratar a doença.

 

Fonte: Mais Goiás

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Pela primeira vez desde o início da pandemia, a ocupação de leitos de UTI destinadas à Covid-19 ultrapassa os 101% na rede pública e privada em Goiás. Ou seja, demanda por vagas já está acima da capacidade de operação do Estado. Quando o número de internados supera o total de leitos de UTI, os hospitais precisam remanejar recursos para dar conta da demanda elevada. Os dados foram coletados às 11h30 desta terça-feira (9).

 

A plataforma disponibilizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) mostra que o número de pacientes confirmados ou suspeitos de estarem infectados pelo novo coronavírus que possuem necessidade de terapia intensiva é de 1.060, mas a quantidade de leitos é de 1.048.

 

Se forem considerados os dados da rede privada, a ocupação chega a 104%. Sendo que a demanda de pacientes é de 157 e a quantidade de leitos de UTI chega a 150.

 

Fonte: Mais Goiás

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Metade do total de 2,6 milhões de toneladas de sorgo da produção estimada no País para a safra 2020/2021 devem sair de Goiás. O total de 1,3 milhão de toneladas estimado no Estado deve manter Goiás como maior produtor nacional do grão, conforme destaca a edição de março do Boletim Informativo Agro em Dados, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

 

Segundo os dados analisados, é esperado acréscimo da produção de 17,5% em relação à safra anterior, em uma área plantada de 374,9 mil hectares e esse aumento se dá em razão da melhoria da produtividade, que hoje está estimada em 3,4 toneladas por hectare. Com isso, também, o sorgo deve bater mais um recorde na média histórica de produção, superando o recorde anterior que era da safra 2010/2011. 

 

Os municípios que mais se destacam na produção de sorgo são Paraúna, que aparece em primeiro lugar no ranking estadual, seguida por Rio Verde, Acreúna, Goiatuba e Catalão. Os dados analisados pela Seapa, incluem indicadores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério da Economia.

 

De acordo com o boletim, o sorgo se configura como uma opção de cultivo na segunda safra, para cobertura do solo, produção de silagem e grãos. Contam a seu favor fatores como ampla adaptação às condições climáticas, baixa demanda hídrica, tolerância à presença de alumínio em solos ácidos, cultivo mecanizado, demanda por alternativas na formulação de rações para animais e, principalmente, o baixo custo de produção.

 

#Com informações da Seapa – Governo de Goiás

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