1. MENU
  2. CONTEUDO
  3. RODAPE

 

A Polícia Civil confirmou, nesta quarta-feira (9), que o resgate das vítimas do acidente com o helicóptero da corporação que aconteceu na tarde terça-feira (8) foi concluído. A aeronave modelo Koala, prefixo PP - CGO participava do segundo dia de reconstituição da chacina que aconteceu no dia 28 de abril em Doverlândia. O acidente foi a 35 quilômetros do município de Piranhas e entre as vítimas estava o principal suspeito de matar sete pessoas na chacina, Aparecido Souza Alves, de 22 anos.

O chefe da comunicação da Polícia Civil, Norton Ferreira, informou que a chegada dos corpos em Goiânia está prevista para as 15h desta quarta-feira. “O reconhecimento [dos corpos] será feito em Goiânia. Os que não precisaram de exame de DNA para serem reconhecidos já serão entregues às famílias”, relata.

Segundo Norton, peritos e delegados continuam no local do acidente periciando a área e os destroços do helicóptero, na intenção de identificar as causas da tragédia. A Polícia Civil informou também que as investigações sobre a chacina vão continuar.

Até o início desta manhã, apenas o corpo do delegado Vinícius Batista havia sido resgatado e chegado ao Instituto Médico Legal (IML) da capital. O sepultamento, segundo nota enviada pela Polícia Civil à imprensa, está previsto para as 16h desta quarta-feira, no Cemitério Jardim das Palmeiras.

Vítimas
A Polícia Civil confirmou, ainda na noite da terça-feira, a morte dos oito ocupantes. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, as vítimas são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; o delegado titular da Delegacia de Repressão a Roubo de Cargas, Jorge Moreira; o titular da Delegacia de Iporá, Vinícius Batista da Silva; o chefe do Grupo Aeroespacial e piloto do helicóptero, Osvalmir Carrasco Júnior; o chefe-adjunto do Grupo Aeroespacial e copiloto da aeronave, Bruno Rosa Carneiro; os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva; além do principal suspeito do crime, Aparecido de Souza Alves, 22 anos.

Chacina

A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou que as investigações da chacina de Doverlândia continuarão, pois há outros suspeitos além de Aparecido de Souza Alves, de 22 anos, que segundo a polícia, chegou a confessar a autoria do assassinato de sete pessoas.

Luto
O governador Marconi Perillo decretou luto oficial de três dias, devido à tragédia. O chefe da comunicação da Polícia Civil, Norton Ferreira, explica que, do ponto de vista do atendimento ao público, esta quarta-feira será um dia de trabalho como outro para a corporação. No entanto, ele admite que não há como encarar este dia com normalidade.

Fonte: G1 Goiás

Leia também:
Chacina de Doverlândia: Assista ao vídeo com as fotos do crime
Vídeo: Polícia Civil retorna a fazenda em Doverlândia para reconstituição de chacina
Chacina de Doverlândia: Jovem, de 23 anos, confessa mortes e estupro
Suspeito de chacina receberia R$ 50 mil para matar fazendeiro, diz polícia
Chacina: Sete são mortos em fazenda localizada em Doverlândia, diz polícia

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Região

Sem demonstrar qualquer sinal de arrependimento ou de remorso, Aparecido Souza Alves, de 23 anos, confessou que foi ele o autor das sete mortes ocorridas na Fazenda Nossa Senhora Aparecida, a 45 quilômetros de Doverlândia. Ele jogou cada uma das vítimas já rendidas por seus comparsas no chão, as segurou pelos cabelos e cortou-lhes o pescoço com uma faca até atingir a coluna, quase arrancando as cabeças, o que é tecnicamente chamado de esgorjamento.

Além desta atrocidade, ele confessou que depois de matar o dono da fazenda Lázaro Oliveira Costa, de 57, e o filho dele, Leopoldo Rocha da Costa, de 22; o caseiro Heli Francisco da Silva, de 44; o casal Joaquim Manuel Carneiro, de 61, e Miraci Alves de Oliveira, de 65; e o filho deles, Adriano Alves Carneiro, 22, teria matado por último a noiva de Adriano, Tâmis Marques Mendes da Silva, de 24.

Ele disse que antes de matá-la como os demais, a estuprou. Tâmis, o noivo e os pais dele foram confundidos por Aparecido e o grupo como os demais integrantes da família de Lázaro. Eles chegaram à fazenda no fim da tarde, em um Uno, foram rendidos e mortos. Os corpos foram deixados no pasto.

Segundo Aparecido contou para a polícia, a ordem era matar toda a família. Para isso, receberia R$ 50 mil. A mulher de Lázaro, Joana, que estava em São Luís dos Montes Belos; e a filha deles, Luana, que é casada e mora em Doverlândia, também seriam mortas.

“Ele confundiu-se com a chegada dos vizinhos à fazenda e os matou”, contou a delegada-geral da Polícia Civil, Adriana Accorsi, que esteve ontem novamente em Doverlândia, com Aparecido. Ele mostrou onde havia jogado a faca usada na chacina, mas a arma não foi encontrada. “É uma área muito grande e quando ele jogou a faca, estava de noite. Não soube dizer o local exato, mas encontramos a bolsa de Miraci, com documentos e uma receita médica. Não temos nenhuma dúvida da participação de Aparecido na chacina”, contou.

Ela explicou que apesar de Aparecido mudar por várias vezes as versões do fato, ele sempre afirma que foi ele que matou as vítimas. “Ele sempre acrescenta uma ou outra informação, o que é até normal.”

Adriana Accorsi, o delegado Antônio Gonçalves, da Diretoria de Polícia Judiciária da Polícia Civil, e o delegado do caso, Vinícius Batista da Silva, estiveram ontem na fazenda de Lázaro e em outras dez propriedades vizinhas em busca de provas e de outros suspeitos do crime.

Hoje, a partir das 10 horas, as Polícias Civil e Técnico-Científica fazem a reconstituição do crime na fazenda. Até a noite de ontem, seis suspeitos já estavam identificados. Dois deles são o futuro sogro de Leopoldo e um primo da vítima que foram presos no domingo, em Frutal (MG), durante o velório das vítimas. Eles foram apontados por Aparecido como mentores do crime. “Não temos certeza da participação deles ainda.”

Um irmão de Aparecido, de 22 anos, e um colega dele, ambos soldados do Exército, foram detidos ontem cedo em um campo de treinamento do Exército em Jataí e foram trazidos para Goiânia, onde devem ser ouvidos como suspeitos de participar da chacina.

Os dois foram trazidos de carro por uma equipe do Exército e ficariam sob custódia na Brigada de Operações Especiais do Exército, em Goiânia. Outro rapaz detido em um assentamento ao lado da fazenda das vítimas também foi trazido para Goiânia em um carro da Polícia Civil e está na Delegacia de Homicídios, onde também deve ser ouvido. Como a participação dos cinco ainda não foi comprovada pela Polícia Civil, os nomes ainda não serão divulgados.

Adriana Accorsi disse que de acordo com a Polícia Técnico-Científica (PTC) não haveria possibilidade de Aparecido ter cometido o crime sozinho, mesmo rendendo as vítimas com o uso do revólver apreendido na casa de uma tia dele na manhã de terça-feira.

Seriam preciso pelo menos mais uma ou duas pessoas, segundo a perícia, para render e manter as vítimas subjugadas. “Uma viu a outra ser morta, já que Aparecido confessou que foi ele quem as executou.”

A delegada acredita que as execuções possam ter sido feitas por apenas uma pessoa, já que todas foram executadas da mesma forma, por esgorjamento, conforme o próprio Aparecido confessou.

Ela explicou que para entender a dinâmica dos fatos e para esclarecer se Tâmis foi realmente abusada sexualmente como afirmou Aparecido, a Polícia Civil depende de laudos da PTC. “Apesar disso tudo, nossa investigação está bem avançada e logo terá um desfecho.”

Adriana Accorsi revelou que na casa sede da fazenda há indícios de que os autores lavaram o chão da sala e da área externa, onde Lázaro e Leopoldo foram mortos. Esta seria uma forma dos autores não chamarem a atenção dos demais familiares quando eles chegassem à casa, onde também, conforme os planos iniciais, seriam mortos. “A perícia vai confirmar se os cômodos foram lavados ou não.”

Fonte: Jornal O Popular

Leia também:
Chacina de Doverlândia: Assista ao vídeo com as fotos do crime

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Região

Um dos três suspeitos presos por participação na chacina de Doverlândia (clique aqui e entenda o caso), a 190 quilômetros de Mineiros, disse em depoimento que receberia R$ 50 mil pelo crime. A informação é da delegada-geral da Polícia Civil de Goiás Adriana Accorsi.

Detido na cidade onde o crime aconteceu, o jovem de 23 anos confessou a participação na morte de sete pessoas, degoladas em uma fazenda no último sábado (28). O alvo era o dono da propriedade e as outras pessoas acabaram mortas para evitar testemunhas.

Com ele, a polícia encontrou um revólver usado para imobilizar as vítimas, a espingarda do proprietário rural assassinado e as roupas sujas de sangue usadas por ele no dia do crime. Adiana Accorsi disse que ele conhecia o fazendeiro e o filho assassinados.

Após ser preso, o jovem apontou como responsável pela "oferta" um dos homens presos em Frutal (MG), durante o velório das vítimas. De acordo com a delegada, ele chegou a ser transferido para Goiânia, mas foi levado de volta para Doverlândia para ajudar a esclarecer os fatos.

Os dois homens detidos em Minas Gerais estão na Delegacia de Homicídios da capital. No final da manhã desta terça-feira (1º), a dupla foi transferida de helicóptero. De acordo com a polícia, os suspeitos são um sobrinho do dono da fazenda assassinado e o futuro sogro do filho do dono da propriedade. Em depoimento à delegada da cidade de Frutal na segunda-feira (30), eles alegaram inocência e apresentaram álibis para o dia da chacina.

“Desde o primeiro momento, a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Polícia Técnica estão empenhadas na resolução desse caso. Ao ser preso, o primeiro envolvido indicou os nomes de várias outras pessoas. Essas pessoas, portanto, estão sendo detidas, interrogadas e seus álibis verificados. Obviamente, não podemos acusar essas pessoas [dois detidos em Frutal], mas nenhuma hipótese, nenhuma indicação está deixando de ser verificada profundamente. Tanto do ponto de vista investigativo e também pericial”, observou Adriana Accorsi.

Fonte: G1 Goiás

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Polícia

Ricardo Teixeira da Silva, de 28 anos, conhecido como ‘Ganso’ (nome de batismo na capoeira), foi assassinado no último sábado (21). O crime aconteceu na porta da casa de sua mãe no Setor Santa Terezinha, em Jataí.

A mãe do rapaz conta que já era madrugada, quando ouviu o seu filho chamar por ela na porta de sua casa. Enquanto ela abria a porta para o jovem, ouviu três disparos de arma de fogo. Quando conseguiu abrir o portão encontrou seu filho caído no chão, atingido pelos disparos.

O Corpo de Bombeiros esteve no local para realizar o socorro imediato, mas infelizmente a vítima não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ainda não se sabe quem atirou em Ganso. Existem informações que ele se envolveu numa briga em uma boate de Jataí. A polícia está empenhada na investigando deste caso.

Rádio Eldorado, com informações do site plantaodepoliciajti.com/Saulo Prado

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Mineiros

Jefferson Silva Souza, de 22 anos, também conhecido como ‘Tizé’ foi brutalmente assassinado nesta madrugada em Mineiros. O homicídio aconteceu na Rua 8, Bairro Popular. De acordo com testemunhas e ocorrência policial, Tizé teria sido esfaqueado por Alexandre, vulgo ‘Boi’, em parceria com Paulo Renato e outro homem, conhecido como ‘Mutante’. O crime teria ocorrido por conta de uma discussão por drogas.  

Eram por volta das 3h30 quando os policiais militares da 7ª CIPM, soldados Marcos Gomes e Manzatto foram acionados para ir ao local. Quando chegaram lá, não encontraram mais os autores do crime, os quais já tinham fugido do local. Só encontraram o corpo estendido ao chão, metade no meio-fio, metade na rua.

Segundo as testemunhas, Paulo teria derrubado Tizé para que Boi o agredisse com diversas facadas. O Samu foi acionado para socorrer Jefferson, mas quando chegaram já era tarde demais. O rapaz já tinha morrido.

Com autorização da delegada Paula, a Funerária Pax Cristo Rei pôde receber o corpo e levá-lo ao Instituto Médico Legal (IML) de Jataí, decisão de extrema importância, já que a chegada do IML em Mineiros tem sido ‘costumeiramente’ demorada.

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Mineiros

Depois de denúncias de que funcionaria uma jogatina ilegal em uma residência, as polícias Militar e Civil de Mineiros começaram um trabalho intenso para achar os articuladores e coibir o crime na cidade.

Na tarde desta sexta-feira (13), os policiais militares do GPT, soldados Alexandre, Jorge, Ailton e Polizzel, conseguiram desarticular um grupo de bicheiros da empresa Loterias Rio Boa Sorte. Foram encontrados e apreendidos vários papéis utilizados nas apostas, computador, máquina de passar cartão de crédito, dinheiro (aproximadamente R$ 1,5 mil), entre outros artefatos ilegais.

Segundo o comandante da Polícia Militar de Mineiros (7ª CIPM), capitão Carlos Ailton, "há fortes indícios de que a empresa Loterias Rio Boa Sorte, pertença ao empresário Carlos Cachoeira, mas precisamos confirmar a informação".

Os articuladores do jogo do bicho receberam voz de prisão e estão em situação de flagrante. De acordo com o comandante, o crime, poderá ser enquadrado de menor potencial ofensivo, cabendo termo circunstancial. O procedimento é de competência da Polícia Civil, a qual tomará as providências através da delegada Dra.Taísa Antonelo Plasa.

Clique aqui e veja mais fotos

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook


K2_PUBLISHED_IN Polícia

Depois da tragédia em uma fazenda próxima à Santa Rita do Araguaia (clique aqui e entenda o caso), infelizmente, um novo drama abalou Mineiros e região. Desta vez o ocorrido foi em uma residência no Setor Leontino, na Rua Araguaia, na tarde desta quinta-feira (22).

Jerônimo Eudir Inácio Menezes teria esfaqueado a própria esposa, Leonir, e tirado a própria vida posteriormente. Ele teria se utilizando de uma mangueira para se enforcar e cometer o suicídio. Segundo informações policiais e de amigos, Jerônimo sofria de depressão. Ele já teria sido internado anteriormente, inclusive estava fazendo tratamento.

De acordo com um de seus amigos, outras pessoas de sua família também sofreriam dos mesmos problemas que Jerônimo. Segundo informações preliminares, o casal teria três filhos adolescentes. Um deles, em um ato de desespero atirou sua bicicleta contra o portão de sua casa, querendo entrar e saber informações. Os policiais, até para poupá-lo do forte sofrimento e das fortes cenas, não permitiram a sua entrada até a chegada do Instituto Médico Legal (IML), que está vindo 'lentamente' de Jataí.

A aglomeração de pessoas curiosas no local estava intensa no momento do ocorrido, por volta das 15h30. Muitos mineirenses buscavam informações sobre a tragédia familiar. A triste cena dentro da casa impressionou até os experientes policiais militares, acostumados a presenciar tragédias como esta.

O casal tinha uma pequena loja (Variedades Tikira). De acordo com os documentos de Jerônimo, ele teria 41 anos e teria nascido em Rondonópolis (MT), sendo registrado em Itiquira (MT).

Clique aqui e veja mais fotos

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook


 

 

K2_PUBLISHED_IN Mineiros

O bárbaro crime que chocou a população mineirense e também a sociedade de Santa Rita do Araguaia (clique aqui e entenda o caso) ainda é motivo de revolva e investigação intensa por parte das forças policiais.

Em entrevista com o delegado de Polícia Civil Júlio Cesar, ele confirmou que os suspeitos de cometerem o triste assassinato ainda não foram capturados, ou seja, estão foragidos. Ele afirmou que o veículo roubado seria na verdade um Corsa preto, e não uma moto, como constava na ocorrência da Polícia Militar. Ressaltou ainda que o veículo já foi achado abandonado. 

Júlio Cesar divulgou com exclusividade o nome dos suspeitos de cometerem o crime. “Ressalto a importância do entendimento de que os homens são apenas ‘suspeitos’ de cometerem o crime. Estamos investigando o caso com veemência para resolvermos o mais rápido possível”, destacou o delegado. 

Seguem abaixo o nome e características individuais:

*Suspeito 1 – Gilson Peixoto Martins
Características pessoais: Tem estatura baixa, é moreno, tem entre 20 e 25 anos, razoavelmente gordo.

*Suspeito 2 – Rosenil C. Santos
Características pessoais: Tem estatura alta, é branco, tem entre 20 e 25 anos, é magro e usa cavanhaque.

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Polícia

Santa Rita do Araguaia, Mineiros e toda a região estão em luto. Na noite de ontem (20), o produtor rural e ex-vereador de Santa Rita do Araguaia, Osvaldo Cruz Martins Ferreira, de 69 anos, e sua enteada Sylvania Martins de Oliveira, de 49 anos, foram brutalmente assassinados na propriedade rural da família, a Fazenda Santa Maria, próxima ao Rio Babilônia.    

Segundo a Polícia Militar de Mineiros (7ª CIPM), o duplo homicídio teria ocorrido quando Osvaldo tinha ido levar comida a dois funcionários da fazenda em um Corsa preto (placa NGP 6532 - Trindade) por volta das 19h30. Quando chegou ao local, o fazendeiro teria recebido voz de assalto dos homens, os quais teriam o matado a golpes de machado. Já Sylvania, teria sido amarrada nos fundos do alojamento (onde os dois funcionários moravam) e cruelmente assassinada com golpes de marreta.

De acordo com a polícia, os suspeitos ainda teriam furtado R$ 4 mil reais da carteira de Osvaldo e de sua enteada. Eles também roubaram a moto do fazendeiro e fugiram do local no veículo. Até o momento, a polícia ainda não capturou nenhum dos supostos assassinos, que estão foragidos.

Dona Erondina Borges Vieira, esposa de Osvaldo, também teria sido amarrada pelos criminosos, mas felizmente, ainda conseguiu sobreviver.

 

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

 

 

K2_PUBLISHED_IN Polícia

Ossos humanos foram encontrados na fazenda de Oswaldo José de Almeida Júnior, também conhecido como “Dinho”, na última quinta-feira (15) durante um cumprimento de mandado de busca e apreensão, realizado em operação conjunta entre investigadores do Garras - Delegacia Especializada em Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros e da Delegacia de Costa Rica (MS), a aproximadamente 160 quilômetros de Mineiros.

Os policiais encontraram ainda uma motocicleta modelo Strada, cor verde - placa KDR-0957, de Jataí - e um celular. A ossada humana e a moto estavam jogados em um penhasco localizado na fazenda Santa Maria 2, distante 60 quilômetros de Costa Rica (MS), pertencente a Dinho e sua mulher Helena de Fátima Silva Lacerda. A polícia chegou até a moto e os restos mortais de pessoa (ainda não identificada) através de denúncias anônimas que partiram de dentro do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande (MS).

Segundo o denunciante, que por várias vezes entrou em contato com o Garras, Dinho em parceria com Helena, teria matado e empurrado penhasco abaixo, pelo menos duas pessoas, as quais considerava desafetos seus. De acordo com o delegado Cleverson Alves dos Santos, da Polícia Civil de Costa Rica, “os ossos encontrados são de pessoa adulta e a morte ocorreu há mais de 4 anos”.

“O cadáver não foi enterrado e sim jogado no penhasco, que é um lugar de acesso extremamente difícil. Ficou ao relento até se decompor totalmente. Da mesma forma a moto não estava enterrada e sim jogada ao relento”, esclarece Cleverson. Segundo informou o delegado do Garras, Márcio Shiro Obara, entre os ossos encontrados estão dois fêmures, osso da bacia e um crânio. “Esse crânio apresenta uma perfuração, muito provavelmente provocada por projétil de arma de fogo”, diz Obara.

O delegado Márcio Obara informou que os ossos serão enviados para perícia nos próximos dias e só então será possível identificar o sexo e a provável idade da vítima. Ainda segundo o delegado Obara, para encobrir o crime, Dinho jogou entulhos e lixo, no mesmo lugar em que o corpo foi ocultado. Obara descreve o local como uma furna, com um penhasco de mais de 30 metros de altura, onde há vegetação fechada e o acesso é praticamente impossível. “Para ele o esconderijo era perfeito, jamais imaginou que a polícia pudesse descobrir”, conclui Márcio.

 


Trajetória criminosa
Dinho está atualmente detido no Presídio Federal, em Campo Grande (MS). Ele foi preso em 27 de abril de 2010, acusado de ser o mandante da morte do advogado Nivaldo Nogueira, assassinado com um tiro, em 23 de março de 2009, em um bar de Costa Rica (MS).

Oswaldo inicialmente ficou preso na cadeia de Costa Rica (MS), mas por articular fuga em massa, resgate de presos e planejar a morte de policiais plantonistas, ele foi transferido para o presídio de Corumbá (MS) e posteriormente para o presídio de Segurança Máxima, em Campo Grande (MS).

De dentro da cadeia, Dinho articulou mais fugas, planejou assassinatos e se envolveu com o tráfico de drogas e organizações criminosas. Investigação de quatro meses do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) desmantelou a quadrilha da qual Oswaldo fazia parte e apreendeu pelo menos uma tonelada de maconha, em abril do ano passado.

Oswaldo é acusado ainda pela tentativa de homicídio da sua ex-mulher Josana Subtil de Melo. O crime ocorreu em 07 de julho de 2009. O executor, Jair dos Santos, preso em flagrante, foi a júri popular no ano passado, sendo condenado a pouco mais de oito anos de prisão. Beneficiado por ter bons antecedentes, Jair já está solto.

Dinho ainda teria mandado matar Michel Leandro dos Reis, 34 anos, que confessou que a mando de Oswaldo e um de seus comparsas, Edoildo Ramos, vulgo “Piá”, 39 anos, executou com um tiro a queima roupa o advogado Nivaldo Nogueira. O crime contra Michel não se consumou porque o executor Hilton Costa Silva, mais conhecido como “Campina Verde”, 43 anos errou o alvo e acabou esfaqueando por engano Rodrigo Batista Flores, 34 anos, que sobreviveu aos ferimentos.

Há diversas denúncias, que inclusive estão sendo investigadas pelo Garras de que Dinho planejava matar um juiz, um delegado, promotor de justiça e uma investigadora de polícia, todos envolvidos nas investigações que elucidaram a morte do advogado Nivaldo.

Fonte: O Correio News/ Luciana Aguiar

Siga-nos no Twitter e no Facebook
Twitter - Facebook

K2_PUBLISHED_IN Polícia